Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.

Sejamos Natal


Para além de todas as demagogias,
Para além do politicamente correcto,
Para além de todas as hipocrisias,

Celebremos, finalmente, o Espírito do Natal
Em todos os momentos
Desta nossa existência, tão efémera.

Natal é Fraternidade, Solidariedade, Paz,
Amor e Alegria na Terra
E nos Corações dos Homens.

Natal é a apologia do autenticamente Humano,
Em toda a sua essência genuína
De Bondade e de Verdade.

Natal é o enaltecimento de um Mundo
Onde não haja mais lugar para a Crueldade,
Para a Violência ou para a Agressividade.

Natal é a reunião dos Corações sensíveis
Que lutam, desesperadamente, pela União dos
Povos e das Nações.

Natal é a rejeição da Discriminação,
Dos horrores da Guerra,
Da mutilação dos Corpos e das Almas.

Natal é a consciência da Miséria Humana,
O compromisso da sua superação,
O enaltecimento da Justiça e de todas as Uniões.

Natal é o triunfo do Bem e do Belo,
A glória de todos os Renascimentos,
A comemoração da Dignidade Humana.

Natal é a benção do sempre Novo,
O louvor de todo o acto de Criação,
De Renovação e de Regeneração.

Sejamos Natal,
Hoje, sempre,
Para sempre.

Isabel Rosete

ÁGUA

Sugestão de leitura:
http://isabelrosetevozes.blogspot.com/

Saudações poéticas,
IR

Pré-conteito(s) II


O turbilhão intelectual

Dos mente-captos,

Promovem;

Os maquiavélicos desígnios

Dos tiranos,

Alimentam,

Sob o corrosivo dogmatismo,

Que as fímbrias do fanatismo

Enaltece

E o espírito crítico

Adormece.

Isabel Rosete

--

Pré-conceito(s) III


Em seu nome matam-se

Os Povos inocentes,

Destrói-se a Diversidade,

Aniquila-se a Autonomia,

Esmaga-se a Igualdade,

Extermina-se a singular

Especificidade das gentes,

Imperativamente caladas,

Cobardemente açoitadas,

Lançadas nas valetas

Da Vida perdida,

Nos limiares da Morte

Das almas petrificadas.



Isabel Rosete

---

Pré-conceitos(s) IV

Deflagradores da essência humana

Movem-se

Neste Mundo de Pó e Miséria.


Insultos degenerativos,

Atentados hiperbólicos

A todas as formas de inteligência;


Traços da pobreza mental

Dos que olham,

Mas não vêm;

Pedaços do ruído de-formado

Dos que ouvem,

Mas não escutam;

Fios da cegueira opaca,

Dos que caminham

Em linha recta;

Manifestações da podridão

Do Mundo

Que não se apressa;


Degenerações contaminadas,

Que o Universo

Mobilizam;


Calcanhar(es) de Aquiles

De todas as revoluções,

Cegamente amputadas

Pelas ideologias unilaterais,

Que as divergências

Proíbem;

Amantes da hipocrisia,

Da falsa moral,

Do aparente puritanismo;


Parceiros da demagogia,

Camuflada,

Dos homens do Poder;

Pares da propaganda

Enganosa

Dos falsos revolucionários,

Que a Humanidade ilusoriamente

Encantam e não enobrecem.


Isabel Rosete

---

Nota: Como podem reparar, estes pensamentos têm uma grande dose de inspiração em Saramago. Foram escritos, aliás, em 07/03/08, aquando da minha leitura dessa sua obra magistral, a maior do autor, assim o considero na minha modesta classificação, intitulada "Ensaio sobre a Cegueira".

Podem ler-se, embora sobre outra versão, em "Vozes do Pensamento".
Um abraço para todos,

Isaabel Rosete

1 de Dezembro - Dia da Interindependência



Nunca houve nações independentes. Todas foram, são e serão interdependentes, ou, quando muito "interindependentes", como gostava de dizer, de nós todos, Raimon Pannikar.

Todavia, nesta interindependência, há que assumir a responsabilidade de a gerir, orientando-a na melhor direcção possível para todos. Sem uma ideia e um projecto não existe uma comunidade, uma nação, um povo. Mas essa ideia, esse projecto, devem ser hoje trans-nacionais, gerando um novo sentimento de comunidade: para além das diferenças nacionais, culturais e linguísticas, a comunidade daqueles que visam um mundo melhor para todos os interindependentes e se decidem a realizá-lo desde já nas suas vidas, sem esperar pelo Estado, sempre ocupado com o que menos importa.

É este o projecto de um Outro Portugal, dimensionado à escala planetária, que se especialize no universal, no abraço ao mundo e a todos os seres vivos.

É este o Portugal que urge fundar, por sobre as ruínas do velho Portugal e do velho mundo que agonizam.

Valete, Fratres!

Il Portogallo è grande, ou quem nos corta o caminho do futuro ?

Retirado de http://combustoes.blogspot.com


A Revista Italiana de Geopolítica é uma instituição cultural com pergaminhos. Tendo surgido em finais da décadas de 30 do século passado, pouco antes do deflagrar da guerra e da entrada da Itália na contenda, foi inicialmente pólo de recepção das ideias de Haushofer, para depois se constituir em agente de reflexão académica sobre os problemas da Geopolítica, aliando uma vertente didáctica - criadora de grandes públicos - sem contudo abdicar de uma qualidade científica indiscutível. Ora, o número agora saído é uma pedrada no charco - de derrotismo, miserabilismo e jeremíadas - em que vive a sociedade portuguesa. Um número temático inteiramente dedicado a Portugal, que deve ser lido por todos e recomenda-se vivamente que se dessa leitura se tirem conclusões, necessariamente impiedosas para quem tem feito crer aos portugueses que não há outro caminho que não seja o do empobrecimento inapelável, a submissão e diluição no magma da Espanha.


Lidos os textos, assinados por uma plêiade de especialistas de reconhecidos méritos, retiramos as seguintes conclusões:

- Portugal é um país central no complexo euro-atlântico e não pode submeter-se a orla periférica do Mitteleuropa;

- A comunidade cultural, linguística e afectiva dos países herdeiros da expansão portuguesa não é um adereço retórico; detém hegemonia económica, demográfica e política sobre a América do Sul e encontra em Angola o mais poderoso Estado da África negra após a África do Sul, posto que a Nigéria perdeu a sua grande oportunidade;

- Portugal está virado para os grandes espaços. Mais que uma inclinação, há uma verdadeira pulsão existencial que o impele a viver fora da Europa;

- Portugal não está condenado a desaparecer: há um grande potencial nos futurivéis, conquanto nos libertemos do Euro, que nos empobreceu;

- O Estado Social e as suas quimeras nórdicas levou o país à miséria, pelo que a ideia de Estado Social se deve adaptar aos recursos do país;

- A CPLP pode ser o pan in herbis de algo realmente grande e a ideia peregrina de juntar todos os países resultantes das fases imperiais de Portugal é, mais que uma nostalgia, uma ideia moderna e actualíssima na era da globalização;

- A Lusosfera não é um mito. Haverá dirigentes à altura para a alavancar ?


Uma nota muito especial para o nosso embaixador em Roma, pelo seu admirável italiano, pela segurança que inspira e pela acção que vai desenvolvendo em defesa do bom nome da nossa pátria.Um exemplo a ser apontado ao nosso corpo diplomático.

Retirado de http://combustoes.blogspot.com

6ª feira, 26, 18.30, no Botequim da Graça: Agostinho da Silva e a Europa




6ª feira, dia 26, estarei a partir das 18.30 com o Dirk Hennrich no Botequim da Graça, para animar a tertúlia com o tema "Agostinho da Silva e a Europa". Agostinho via o abraço ao mundo como a vocação e o destino de Portugal e da lusofonia, que não deveria ficar refém da velha civilização europeia, devendo antes trazer até ela o melhor de todas as culturas planetárias, de modo a regenerá-la da sua decadência. O mesmo já pensava Fernando Pessoa. Na verdade, o paradigma ferozmente antropocêntrico e produtivista-consumista da nossa civilização está a arruinar o planeta ao qual se estendeu.

Apareçam para arejar ideias, que este país estagnado bem precisa!

ESPÍRITOS INÚTEIS


O Mundo está corrompido.

Rejeito-o completamente.

Abomino-o até à exaustão

Do meu Sentir Lúcido, Racional.


Recuso-me a compactuar

Com a Hipocrisia,

Com as falsas verossimilhanças,

Com as vãs ironias,

Com as inglórias inteligências

Das mentes foragidas,

Que nada vêem.


Enjeito os espíritos inúteis,

Completamente inúteis,

Desfocados da Realidade,

Que, apenas, perpetuam,

Um saber fantasiado

Com longos rasgos de ignorância extrema.

Isabel Rosete

Filosofia: Mente, meditação e despertar da consciência

Filosofia: Mente, meditação e despertar da consciência: "O Ciclo de Conferências 'Consciência e Religião: perspectivas' prossegue no próximo dia 19, 6ª feira, pelas 21.30, no Auditório da Câmara Mu..."

Já não será altura de questionar o paradigma actual da Educação?

Caros amigos,


É com muita satisfação que vos convido para as comemorações do "Dia Internacional da Filosofia"/10ª sessão de apresentação do meu livro "Vozes do Pensamento" - "Da Filosofia e da Poesia no Feminino", 19/11/2010, 14.30h, Escola Secundária José Falcão, Miranda do Corvo.

A vossa presença e participação é fundamental!

Saudações poético-filosóficas,

IR
 

Sejamos Natal


Para além de todas as demagogias,
Para além do politicamente correcto,
Para além de todas as hipocrisias,

Celebremos, finalmente, o Espírito do Natal
Em todos os momentos
Desta nossa existência, tão efémera.

Natal é Fraternidade, Solidariedade, Paz,
Amor e Alegria na Terra
E nos Corações dos Homens.

Natal é a apologia do autenticamente Humano,
Em toda a sua essência genuína
De Bondade e de Verdade.

Natal é o enaltecimento de um Mundo
Onde não haja mais lugar para a Crueldade,
Para a Violência ou para a Agressividade.

Natal é a reunião dos Corações sensíveis
Que lutam, desesperadamente, pela União dos
Povos e das Nações.

Natal é a rejeição da Discriminação,
Dos horrores da Guerra,
Da mutilação dos Corpos e das Almas.

Natal é a consciência da Miséria Humana,
O compromisso da sua superação,
O enaltecimento da Justiça e de todas as Uniões.

Natal é o triunfo do Bem e do Belo,
A glória de todos os Renascimentos,
A comemoração da Dignidade Humana.

Natal é a benção do sempre Novo,
O louvor de todo o acto de Criação,
De Renovação e de Regeneração.

Sejamos Natal,
Hoje, sempre,
Para sempre.

Isabel Rosete

ÁGUA

Sugestão de leitura:
http://isabelrosetevozes.blogspot.com/

Saudações poéticas,
IR
Pré-conteito(s) II


O turbilhão intelectual

Dos mente-captos,

Promovem;

Os maquiavélicos desígnios

Dos tiranos,

Alimentam,

Sob o corrosivo dogmatismo,

Que as fímbrias do fanatismo

Enaltece

E o espírito crítico

Adormece.

Isabel Rosete

--

Pré-conceito(s) III


Em seu nome matam-se

Os Povos inocentes,

Destrói-se a Diversidade,

Aniquila-se a Autonomia,

Esmaga-se a Igualdade,

Extermina-se a singular

Especificidade das gentes,

Imperativamente caladas,

Cobardemente açoitadas,

Lançadas nas valetas

Da Vida perdida,

Nos limiares da Morte

Das almas petrificadas.



Isabel Rosete

---

Pré-conceitos(s) IV

Deflagradores da essência humana

Movem-se

Neste Mundo de Pó e Miséria.


Insultos degenerativos,

Atentados hiperbólicos

A todas as formas de inteligência;


Traços da pobreza mental

Dos que olham,

Mas não vêm;

Pedaços do ruído de-formado

Dos que ouvem,

Mas não escutam;

Fios da cegueira opaca,

Dos que caminham

Em linha recta;

Manifestações da podridão

Do Mundo

Que não se apressa;


Degenerações contaminadas,

Que o Universo

Mobilizam;


Calcanhar(es) de Aquiles

De todas as revoluções,

Cegamente amputadas

Pelas ideologias unilaterais,

Que as divergências

Proíbem;

Amantes da hipocrisia,

Da falsa moral,

Do aparente puritanismo;


Parceiros da demagogia,

Camuflada,

Dos homens do Poder;

Pares da propaganda

Enganosa

Dos falsos revolucionários,

Que a Humanidade ilusoriamente

Encantam e não enobrecem.


Isabel Rosete

---

Nota: Como podem reparar, estes pensamentos têm uma grande dose de inspiração em Saramago. Foram escritos, aliás, em 07/03/08, aquando da minha leitura dessa sua obra magistral, a maior do autor, assim o considero na minha modesta classificação, intitulada "Ensaio sobre a Cegueira".

Podem ler-se, embora sobre outra versão, em "Vozes do Pensamento".
Um abraço para todos,

Isaabel Rosete

1 de Dezembro - Dia da Interindependência



Nunca houve nações independentes. Todas foram, são e serão interdependentes, ou, quando muito "interindependentes", como gostava de dizer, de nós todos, Raimon Pannikar.

Todavia, nesta interindependência, há que assumir a responsabilidade de a gerir, orientando-a na melhor direcção possível para todos. Sem uma ideia e um projecto não existe uma comunidade, uma nação, um povo. Mas essa ideia, esse projecto, devem ser hoje trans-nacionais, gerando um novo sentimento de comunidade: para além das diferenças nacionais, culturais e linguísticas, a comunidade daqueles que visam um mundo melhor para todos os interindependentes e se decidem a realizá-lo desde já nas suas vidas, sem esperar pelo Estado, sempre ocupado com o que menos importa.

É este o projecto de um Outro Portugal, dimensionado à escala planetária, que se especialize no universal, no abraço ao mundo e a todos os seres vivos.

É este o Portugal que urge fundar, por sobre as ruínas do velho Portugal e do velho mundo que agonizam.

Valete, Fratres!

Il Portogallo è grande, ou quem nos corta o caminho do futuro ?

Retirado de http://combustoes.blogspot.com


A Revista Italiana de Geopolítica é uma instituição cultural com pergaminhos. Tendo surgido em finais da décadas de 30 do século passado, pouco antes do deflagrar da guerra e da entrada da Itália na contenda, foi inicialmente pólo de recepção das ideias de Haushofer, para depois se constituir em agente de reflexão académica sobre os problemas da Geopolítica, aliando uma vertente didáctica - criadora de grandes públicos - sem contudo abdicar de uma qualidade científica indiscutível. Ora, o número agora saído é uma pedrada no charco - de derrotismo, miserabilismo e jeremíadas - em que vive a sociedade portuguesa. Um número temático inteiramente dedicado a Portugal, que deve ser lido por todos e recomenda-se vivamente que se dessa leitura se tirem conclusões, necessariamente impiedosas para quem tem feito crer aos portugueses que não há outro caminho que não seja o do empobrecimento inapelável, a submissão e diluição no magma da Espanha.


Lidos os textos, assinados por uma plêiade de especialistas de reconhecidos méritos, retiramos as seguintes conclusões:

- Portugal é um país central no complexo euro-atlântico e não pode submeter-se a orla periférica do Mitteleuropa;

- A comunidade cultural, linguística e afectiva dos países herdeiros da expansão portuguesa não é um adereço retórico; detém hegemonia económica, demográfica e política sobre a América do Sul e encontra em Angola o mais poderoso Estado da África negra após a África do Sul, posto que a Nigéria perdeu a sua grande oportunidade;

- Portugal está virado para os grandes espaços. Mais que uma inclinação, há uma verdadeira pulsão existencial que o impele a viver fora da Europa;

- Portugal não está condenado a desaparecer: há um grande potencial nos futurivéis, conquanto nos libertemos do Euro, que nos empobreceu;

- O Estado Social e as suas quimeras nórdicas levou o país à miséria, pelo que a ideia de Estado Social se deve adaptar aos recursos do país;

- A CPLP pode ser o pan in herbis de algo realmente grande e a ideia peregrina de juntar todos os países resultantes das fases imperiais de Portugal é, mais que uma nostalgia, uma ideia moderna e actualíssima na era da globalização;

- A Lusosfera não é um mito. Haverá dirigentes à altura para a alavancar ?


Uma nota muito especial para o nosso embaixador em Roma, pelo seu admirável italiano, pela segurança que inspira e pela acção que vai desenvolvendo em defesa do bom nome da nossa pátria.Um exemplo a ser apontado ao nosso corpo diplomático.

Retirado de http://combustoes.blogspot.com

6ª feira, 26, 18.30, no Botequim da Graça: Agostinho da Silva e a Europa




6ª feira, dia 26, estarei a partir das 18.30 com o Dirk Hennrich no Botequim da Graça, para animar a tertúlia com o tema "Agostinho da Silva e a Europa". Agostinho via o abraço ao mundo como a vocação e o destino de Portugal e da lusofonia, que não deveria ficar refém da velha civilização europeia, devendo antes trazer até ela o melhor de todas as culturas planetárias, de modo a regenerá-la da sua decadência. O mesmo já pensava Fernando Pessoa. Na verdade, o paradigma ferozmente antropocêntrico e produtivista-consumista da nossa civilização está a arruinar o planeta ao qual se estendeu.

Apareçam para arejar ideias, que este país estagnado bem precisa!
ESPÍRITOS INÚTEIS


O Mundo está corrompido.

Rejeito-o completamente.

Abomino-o até à exaustão

Do meu Sentir Lúcido, Racional.


Recuso-me a compactuar

Com a Hipocrisia,

Com as falsas verossimilhanças,

Com as vãs ironias,

Com as inglórias inteligências

Das mentes foragidas,

Que nada vêem.


Enjeito os espíritos inúteis,

Completamente inúteis,

Desfocados da Realidade,

Que, apenas, perpetuam,

Um saber fantasiado

Com longos rasgos de ignorância extrema.

Isabel Rosete

Filosofia: Mente, meditação e despertar da consciência

Filosofia: Mente, meditação e despertar da consciência: "O Ciclo de Conferências 'Consciência e Religião: perspectivas' prossegue no próximo dia 19, 6ª feira, pelas 21.30, no Auditório da Câmara Mu..."

Já não será altura de questionar o paradigma actual da Educação?

Caros amigos,


É com muita satisfação que vos convido para as comemorações do "Dia Internacional da Filosofia"/10ª sessão de apresentação do meu livro "Vozes do Pensamento" - "Da Filosofia e da Poesia no Feminino", 19/11/2010, 14.30h, Escola Secundária José Falcão, Miranda do Corvo.

A vossa presença e participação é fundamental!

Saudações poético-filosóficas,

IR