Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.

quando o nosso olhar
vazio, procurar o tempo
serei tua noite quente

estarei contigo na despedida
no despertar, entre o que sou

Obsoleto...

PENSAR ABRIL II


Trinta e sete anos passados.
Restam-nos as memórias
Dos horrores da guerra,
De uma sociedade que,
Em nome dos cravos vermelhos,
Um dia, ousou gritar:
Liberdade.

Liberdade:
Qual palavra de ordem
Que fez cair um regime
Eternamente enraizado.

Liberdade:
Qual palavra de ordem
Que arrancou,
Com todas as armas,
A tirania aos pretensos opressores
De um poder adulterado.

Liberdade:
O sinal do dizer aberto,
Há muito ocultado,
Pelo véu da falsa ordem,
Há muito camuflado,
Sob a tríade
Deus, Pátria, e Família.

Liberdade:
O sinal do dizer aberto,
Há muito velado,
Nos meandros da paupérrima Cultura
De um Povo
Que convinha manter calado.

Calado? Sim, calado!
Em nome da ausência
Do espírito crítico,
Das mentes despertas
E do pensar astuto.

Trinta e sete anos passados
E aqui estamos nós,
Quiçá, em uníssono,
A comemorar,
Com milhares de cravos vermelhos,
O grande acontecimento da Liberdade.

Isabel Rosete

Receita dos bons alunos: atenção às aulas e meditação - Educação - Notícia - VEJA.com

"No condado de Essex, a técnica ganhou tanta polularidade que o governo decidiu investir cerca de 20.000 libras (aproximadamente 51.000 reais) no programa de meditação e yoga das escolas locais. Além da aprender posições do yoga e técnicas de meditação, os alunos aprendem também técnicas de respiração, que ajudam no realxamento e na concentração durante as aulas. "

Receita dos bons alunos: atenção às aulas e meditação - Educação - Notícia - VEJA.com

Colapso Económico, Fome e Miséria Programados e Iminentes.

Alex Jones explica como os banqueiros e os globalistas controlam a implosão da economia mundial rumo à escravização global.

What The Bleep Do We Know? (2004) - O Que Raio Sabemos nós? - Parte 1 / ...

PAN-SIC Notícias 20-02-2011


Paulo Borges na Revista de Imprensa de hoje 20-02-2011, da SIC Notícias, em representação do PAN.

Reportagem e entrevista na SIC sobre o PAN



Estarei amanhã, Domingo, em directo na revista da semana da SIC Notícias, entre as 10.15 e as 10.30, para comentar as notícias do dia e falar sobre o PAN, Partido pelos Animais e pela Natureza.

ENTRE

Intervalo onde nos encontramos. Disseste-me que estaríamos Entre. Inventaste um espaço onde tudo seria possível. Amor que não se cansa. Limite que não se conhece. Uma janela - eterno Entre na paisagem.

Tudo em aberto- intervalo inventado por ti, agora finito.

Quando a unidade procura o vazio e quase chega lá, dita a física que esse encontro nunca se faz por mais próximo que seja, em absoluto não existe.

Dá-me então esse relativo, onde existimos sem forma e limite. Este que cresce quanto mais Entre estivermos.
No limite, vivemos fora dele, sempre a procurar o infinito.

No intervalo que acabaste por definir - ilusão de finito, deixámos de amar.

Aparece o o sol a dizer que é azul
Olho e vejo o espectro
Vem o cego, toca meu seio
diz que é preto
eu o sinto tão sem cor, agora!

Falas do elo que falta, e eu te respondo que é na ausência que vivem os meus textos. O silêncio entre a última e a próxima palavra - ali onde respira o que não deve ser dito.

Dá-me um beijo na boca
Intervalo que somos
Um no outro - agora
Entre um beijo e outro

Procura a semente, cultiva, colhe
Fruta da época - Entre uma estação
e outra
Mortas as maçãs do meu pomar
Sementes de novo
Ama enquanto for tempo
Morre dentro do tempo
Semente de novo

Intervalo que não se acaba
Entre - Sempre

Nós,
Cidadãos,
O que Somos?

Marionetes
Nas mãos do Poder d’alguns?

Meros cumpridores,
Passivos,
Das leis que não ouviram
As nossas vozes?

Escravos,
Voluntários
Ou involuntários,
De uma liberdade que não é a nossa?

Peças solitárias
De um jogo
Por outros criado,
Sem intimarem
As nossas vontades?

Perpétuas presas
Dos regimes políticos
Que não elegemos?

Gentes sem coragem
Para erguer a sua
Própria voz?

Isabel Rosete

quando o nosso olhar
vazio, procurar o tempo
serei tua noite quente

estarei contigo na despedida
no despertar, entre o que sou

Obsoleto...

PENSAR ABRIL II


Trinta e sete anos passados.
Restam-nos as memórias
Dos horrores da guerra,
De uma sociedade que,
Em nome dos cravos vermelhos,
Um dia, ousou gritar:
Liberdade.

Liberdade:
Qual palavra de ordem
Que fez cair um regime
Eternamente enraizado.

Liberdade:
Qual palavra de ordem
Que arrancou,
Com todas as armas,
A tirania aos pretensos opressores
De um poder adulterado.

Liberdade:
O sinal do dizer aberto,
Há muito ocultado,
Pelo véu da falsa ordem,
Há muito camuflado,
Sob a tríade
Deus, Pátria, e Família.

Liberdade:
O sinal do dizer aberto,
Há muito velado,
Nos meandros da paupérrima Cultura
De um Povo
Que convinha manter calado.

Calado? Sim, calado!
Em nome da ausência
Do espírito crítico,
Das mentes despertas
E do pensar astuto.

Trinta e sete anos passados
E aqui estamos nós,
Quiçá, em uníssono,
A comemorar,
Com milhares de cravos vermelhos,
O grande acontecimento da Liberdade.

Isabel Rosete

Receita dos bons alunos: atenção às aulas e meditação - Educação - Notícia - VEJA.com

"No condado de Essex, a técnica ganhou tanta polularidade que o governo decidiu investir cerca de 20.000 libras (aproximadamente 51.000 reais) no programa de meditação e yoga das escolas locais. Além da aprender posições do yoga e técnicas de meditação, os alunos aprendem também técnicas de respiração, que ajudam no realxamento e na concentração durante as aulas. "

Receita dos bons alunos: atenção às aulas e meditação - Educação - Notícia - VEJA.com

Colapso Económico, Fome e Miséria Programados e Iminentes.

Alex Jones explica como os banqueiros e os globalistas controlam a implosão da economia mundial rumo à escravização global.

What The Bleep Do We Know? (2004) - O Que Raio Sabemos nós? - Parte 1 / ...

PAN-SIC Notícias 20-02-2011


Paulo Borges na Revista de Imprensa de hoje 20-02-2011, da SIC Notícias, em representação do PAN.

Reportagem e entrevista na SIC sobre o PAN



Estarei amanhã, Domingo, em directo na revista da semana da SIC Notícias, entre as 10.15 e as 10.30, para comentar as notícias do dia e falar sobre o PAN, Partido pelos Animais e pela Natureza.

ENTRE

Intervalo onde nos encontramos. Disseste-me que estaríamos Entre. Inventaste um espaço onde tudo seria possível. Amor que não se cansa. Limite que não se conhece. Uma janela - eterno Entre na paisagem.

Tudo em aberto- intervalo inventado por ti, agora finito.

Quando a unidade procura o vazio e quase chega lá, dita a física que esse encontro nunca se faz por mais próximo que seja, em absoluto não existe.

Dá-me então esse relativo, onde existimos sem forma e limite. Este que cresce quanto mais Entre estivermos.
No limite, vivemos fora dele, sempre a procurar o infinito.

No intervalo que acabaste por definir - ilusão de finito, deixámos de amar.

Aparece o o sol a dizer que é azul
Olho e vejo o espectro
Vem o cego, toca meu seio
diz que é preto
eu o sinto tão sem cor, agora!

Falas do elo que falta, e eu te respondo que é na ausência que vivem os meus textos. O silêncio entre a última e a próxima palavra - ali onde respira o que não deve ser dito.

Dá-me um beijo na boca
Intervalo que somos
Um no outro - agora
Entre um beijo e outro

Procura a semente, cultiva, colhe
Fruta da época - Entre uma estação
e outra
Mortas as maçãs do meu pomar
Sementes de novo
Ama enquanto for tempo
Morre dentro do tempo
Semente de novo

Intervalo que não se acaba
Entre - Sempre
Nós,
Cidadãos,
O que Somos?

Marionetes
Nas mãos do Poder d’alguns?

Meros cumpridores,
Passivos,
Das leis que não ouviram
As nossas vozes?

Escravos,
Voluntários
Ou involuntários,
De uma liberdade que não é a nossa?

Peças solitárias
De um jogo
Por outros criado,
Sem intimarem
As nossas vontades?

Perpétuas presas
Dos regimes políticos
Que não elegemos?

Gentes sem coragem
Para erguer a sua
Própria voz?

Isabel Rosete