Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.

O melhor serviço que se pode prestar a Portugal e à comunidade lusófona

O melhor serviço que se pode prestar a uma pátria ou espaço linguístico-cultural, o melhor serviço que se pode prestar a Portugal e à comunidade lusófona, não é mantê-los nos seus limites e promovê-los narcisisticamente, mas antes alargar os seus horizontes, aprofundando e criando pontes e mediações com todos os povos e pátrias, com todas as línguas e culturas.

É assim que se acede a uma dimensão civilizacional e é assim que se faz de uma pátria e de uma cultura um suporte e não um obstáculo para a evolução mental dos indivíduos e da sociedade. Essa é hoje a tarefa de um patriotismo universalista, que seja um abraço armilar ao mundo e ao universo, humano e não-humano.

Esse é hoje o rumo de um Outro Portugal.

1 comentários:

Laura disse...

Sim, acho que Portugal precisa "zarpar" de novo... só com o vento na cara e o cheiro da maresia nos sentimos bem. Isto metaforicamente falando (mas não só).

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O melhor serviço que se pode prestar a Portugal e à comunidade lusófona

O melhor serviço que se pode prestar a uma pátria ou espaço linguístico-cultural, o melhor serviço que se pode prestar a Portugal e à comunidade lusófona, não é mantê-los nos seus limites e promovê-los narcisisticamente, mas antes alargar os seus horizontes, aprofundando e criando pontes e mediações com todos os povos e pátrias, com todas as línguas e culturas.

É assim que se acede a uma dimensão civilizacional e é assim que se faz de uma pátria e de uma cultura um suporte e não um obstáculo para a evolução mental dos indivíduos e da sociedade. Essa é hoje a tarefa de um patriotismo universalista, que seja um abraço armilar ao mundo e ao universo, humano e não-humano.

Esse é hoje o rumo de um Outro Portugal.

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Laura disse...

Sim, acho que Portugal precisa "zarpar" de novo... só com o vento na cara e o cheiro da maresia nos sentimos bem. Isto metaforicamente falando (mas não só).

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