Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação. Mostrar todas as mensagens

Petição para proibir a publicidade dirigida às crianças menores de 12 anos

Coloquei no grupo privado do Facebook o texto/rascunho da petição, para discussão. Se acharem que se deve acrescentar algo mais, por favor digam.

Quem estiver no Facebook e ligado ao grupo pode aceder clicando no link acima. Quem quiser receber o texto por e-mail, diga aqui, que eu envio.

Entretanto, podem ler este artigo, que explica porque a Suécia já fez esta proibição.

Saudações,
S.

Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa

A partir de hoje o Outro conta com a inestimável colaboração científica na área da Saúde e Bem-Estar da Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa. Na selecção dos artigos a Escola e o Outro darão prioridade aos problemas de saúde que afectam a maioria das pessoas, as chamadas doenças do século. Mas se algum dos nossos leitores tiver interesse sobre a abordagem deste tipo de medicina em relação a alguma condição em particular, pode falar connosco no blog ou no Facebook e faremos todos os possíveis por abordar esse tema.

O Outro visitou a escola, com sede na Rua D. Estefânia, 173-175, em Lisboa, e ficou encantado(a).  As recentes instalações da Escola situam-se num antigo palacete de 1900 com um lindíssimo jardim cheio de árvores centenárias, que já foi Museu dos CTT, Cinemateca e Casa dos Dias da Água.  O soalho  é de tábua corrida e as paredes têm painéis de madeira maciça talhada, tectos altos e a casa tem uma vida, um calor e aroma próprios. Simplesmente apetece ficar. Estava a chover torrencialmente lá fora mas, assim que entrámos, sentimos calor e a água que caía, visível ainda das janelas, parecia fazer parte do ambiente, como um dos cinco elementos básicos da natureza, quase como a fonte de toda aquela madeira, que produz o fogo, que produz a terra, que produz o metal... A água parecia efectivamente abraçar a casa, casa essa que estava cheia de pessoas genuínas, de sorrisos, de conversas, de energia. 

Contar com a colaboração dos directores e professores da ESMTC para divulgar alternativas no campo da Saúde aos leitores do Outro é motivo de uma enorme e profunda satisfação.

O Outro aposta na medicina integrada. Não há várias medicinas. Há uma única medicina. Existem é formas diferentes de curar.

Grupo Comunicação: Contribuição para o documento final de apresentação de Outro Portugal

Apresento em baixo o documento final com a contribuição dos membros para a apresentação de Outro Portugal.

Grupo Comunicação: Outra Comunicação

A comunicação é tão antiga quanto a própria vida, é algo inato à própria vida. Trocar incessamentemente partículas com o mundo exterior (Hubert Reeves, in Poeira de Estrelas). Assim começou a comunicação. Foi com a comunicação enquanto troca e simbiose que os organismos unicelulares evoluiram para plantas e animais. Nem todos o sabem ou reflectem sobre isto, mas um corpo humano é, na realidade, um aglomerado de seres vivos, microorganismos, bactérias e outros, que vivem simbioticamente. Ou seja, não somos Um, nem mesmo fisicamente. Cada um de nós é uma multidão.
Todos os seres vivos utilizam a comunicação para sobreviver. E, muitas vezes, para sobreviver, manipulando. Quando uma flor abre e exala aroma e esplendorosamente refecte a luz em cores maravilhosas, atraindo os polinizadores, está a comunicar.
Se pensarmos bem, não há nada que distinga o melhor marketeer do mundo de um vegetal, a esse nível. Também o marketeer comunica para sobreviver. Se necessário, manipulando, se necessário, mesmo enganando, como uma planta carnívora, por exemplo.
Na sua incessante busca por aquilo que distingue o ser humano dos outros animais, os cientistas ainda não conseguiram encontrar ou definir uma verdadeira diferença. Tudo o que parecia distinguir-nos dos outros primatas, por exemplo, é afinal comum a ambas as espécies. Nós processamos em maior quantidade a informação, mas não em qualidade. Os chimpanzés e os gorilas, tal como nós, desenvolvem estratégias, constroem ferramentas e abrigos, sonham, riem e choram, amam, sentem ciúme, inveja, irritação. Pensou-se em amor e altruísmo. No entanto, os animais também são capazes de sacrificar a sua vida por outros da sua espécie. Talvez o ser humano seja, no entanto, o único capaz de sacrificar a sua vida em prole de uma outra espécie. Quando um grupo de humanos, por exemplo, se coloca entre um arpão industrial e uma baleia, arriscando a própria vida, faz algo que nenhum outro animal ou planta faz. Excepto talvez o cão. Ou outro animal que tenha crescido com um humano. Mesmo assim, quando o fazem, acreditam que estão a defender a sua espécie, a sua matilha. Ou seja, não se trata realmente de altruísmo. Sabemos que não somos capazes de sobreviver sós. Precisamos dos “nossos” para sobreviver.
Utilizando uma análise racional desta e outras formas de altruísmo, um dia os cientistas podem descobrir que se trata de uma deficiência ou evolução genética. Aqueles que se colocam entre o arpão e a baleia, são deficientes ou mais evoluídos? Algo nos seus genes dir-lhes-à que o ecosistema tem de ser preservado a todo o custo, pois precisamos de outros para além da nossa espécie? Mas também pode tratar-se de uma deficiência, pois um dia o ser humano não precisará das outras espécies, nem mesmo do seu planeta ou do sol. Será capaz de produzir o seu próprio alimento a partir de átomos ou moléculas, dominará a fissão nuclear podendo criar as suas próprias estrelas, será capaz de terra-formação, para formar planetas capazes de sustentar a vida humana. Então, será uma deficiência, preocuparmo-nos com as outras espécies? Ou será aquilo que os budistas chamam compaixão e os cristãos amor?
Também o ser humano parece ser o único capaz de comunicar de forma não manipuladora e não egoísta, quando a todo o custo tenta preservar o conhecimento adquirido para as gerações futuras, já desde as pinturas rupestres. No entanto, a maior parte das vezes, comunica de forma vegetal, com o intuito único da sobrevivência.
No Movimento Outro Portugal, o grupo Comunicação propõe-se reflectir sobre este tema, propõe-se assegurar uma comunicação dentro e fora do grupo que seja uma troca, sim, mas não com o intuito de sobreviver, ou seja, meramente crescer e multiplicar-se, manipulando ou enganando, mas tendo em vista a partilha de informação, a preservação do conhecimento para as gerações futuras, a busca de alternativas que tragam uma maior felicidade e alegria a todos os seres humanos e todos os outros seres vivos no nosso planeta.
Nos últimos trinta anos houve uma mudança radical na forma como a nossa sociedade comunica. Houve uma democratização e globalização das fontes de informação e o acesso às mesmas. Actualmente, qualquer um de nós pode ser jornalista por um dia, ao filmar por exemplo uma situação de abuso com o seu telefone celular e colocar no YouTube ou nas redes sociais. A informação deixou de estar concentrada nos OCS's.
Por outro lado, nem sempre é possível verificar de forma fidedigna a informação que chega até nós, o que por vezes dá origem ao aparecimento de noticias ou acontecimentos fabricados, muitas vezes criados por grupos de pressão ou lobbys, para criar uma realidade que nem sempre é verdadeira.
A quantidade de informação a que temos acesso nem sempre corresponde à qualidade. Corremos o risco de obter um conhecimento superficial sobre muitos factos, sem aprofundarmos verdadeiramente nenhum deles.
O mesmo se passa com a comunicação ao nível inter-pessoal, ao comunicarmos muitas vezes telegraficamente ou com ícones para demonstrarmos os nossos pensamentos, passamos a ter um intermediário entre o emissor e o destinatário: o telefone celular ou o pc. A rapidez da comunicação aumentou, mas tal não significa que tenha aumentado a percepção e a recepção perfeita da mensagem.
O problema ou o obstáculo da comunicação entre seres humanos é nunca podermos apreender na totalidade a mensagem em todos os seus angulos: sensorial ou mental.
A um nível mais lato, a mensagem que chega até nós através dos orgãos de comunicação social, já vem filtrada pelos chamados "gate keepers", há um alinhamento de noticias que é decidido com o objectivo de "dar ao espectador aquilo que ele quer ver" ou, se quisermos, de "informar o público". Com os casos mais recentes de jornalistas que viram censurada a sua opinião, sabemos que nem sempre a realidade é assim. As agências de comunicação, desempenham cada vez mais o papel de intermediários entre os media e as empresas ou os partidos politicos. E muitas vezes o público tem acesso a apenas um angulo ou perspectiva da história. Aconteceu nos EUA na altura do presidente Bush, em que a Fox News foi praticamente veiculo de propaganda do governo.
Num Outro Portugal, a comunicação é o eixo principal, a base de tudo. Haver um equilibrio entre a comunicação virtual e a comunicação presencial em casa ou entre amigos. Olhos nos olhos. Cada vez mais falamos quase 24 horas por dia, sete dias por semana, cada vez com mais pessoas. Onde fica a qualidade e a profundidade da comunicação?
É importante chegar a uma proposta de comunicação saudável e não abusiva e invasiva como a que vivemos actualmente. Uma das questões sobre a qual temos de reflectir é: como propor isso a um nível nacional. Será que as pessoas querem realmente outro tipo de informação e comunicação, ou estão satisfeitas com o que têm... e terão coragem para mudar? Uma das soluções que consideramos interessante e que, como cidadãos, gostaríamos de ter, é um (pelo menos) canal de informação imparcial, cultural e socialmente rico. Falta algo que divulgue o que temos de melhor, um meio de divulgar coisas realmente úteis e construtivas para a população. Faltam programas que estimulem e que informem sobre o que de tão bom temos neste país.
Para além desta reflexão, o grupo da Comunicação tem como missão divulgar a existência do movimento cívico e cultural Outro Portugal, assegurando que o máximo possível de pessoas potencialmente interessadas em colaborar tomem conhecimento do movimento.
Para realizar esta missão, tem como principais tarefas:
- Assegurar uma boa divulgação dos blogs e páginas do Movimento na Internet;
- Manter um jornal online com notícias relevantes para o movimento, que sirva tanto de base de investigação para os membros do Movimento, como de angariação de novos membros, potencialmente interessados e que seja um resultado da reflexão acima mencionada;
- Proceder ao planeamento da comunicação do grupo, listando todas as actividades e cruzando a gestão e objectivos do movimento com as acções de comunicação.
- Propôr formas alternativas de divulgação sem ser via Internet;
- Dar apoio a eventos do Movimento, quer através da presença, quer logisticamente;
- Facilitar a comunicação entre membros do Movimento;
- Facilitar parcerias com outra entidades interessadas.
Os membros da Comunicação comprometem-se a não utilizar métodos manipuladores de comunicação, a divulgar apenas notícias no jornal Outro com fundamento científico e com qualidade e a aconselhar os restantes membros do grupo a tornarem a sua linguagem o mais abrangente possível, para que possamos reunir no movimento diferentes qualificações, culturas e inteligências.

A comunicação é tão antiga quanto a própria vida, é algo inato à própria vida. Trocar incessamentemente partículas com o mundo exterior (Hubert Reeves, in Poeira de Estrelas). Assim começou a comunicação. Foi com a comunicação enquanto troca e simbiose que os organismos unicelulares evoluiram para plantas e animais. Nem todos o sabem ou reflectem sobre isto, mas um corpo humano é, na realidade, um aglomerado de seres vivos, microorganismos, bactérias e outros, que vivem simbioticamente. Ou seja, não somos Um, nem mesmo fisicamente. Cada um de nós é uma multidão.

Todos os seres vivos utilizam a comunicação para sobreviver. E, muitas vezes, para sobreviver, manipulando. Quando uma flor abre e exala aroma e esplendorosamente refecte a luz em cores maravilhosas, atraindo os polinizadores, está a comunicar.

Se pensarmos bem, não há nada que distinga o melhor marketeer do mundo de um vegetal, a esse nível. Também o marketeer comunica para sobreviver. Se necessário, manipulando, se necessário, mesmo enganando, como uma planta carnívora, por exemplo.

Na sua incessante busca por aquilo que distingue o ser humano dos outros animais, os cientistas ainda não conseguiram encontrar ou definir uma verdadeira diferença. Tudo o que parecia distinguir-nos dos outros primatas, por exemplo, é afinal comum a ambas as espécies. Nós processamos em maior quantidade a informação, mas não em qualidade. Os chimpanzés e os gorilas, tal como nós, desenvolvem estratégias, constroem ferramentas e abrigos, sonham, riem e choram, amam, sentem ciúme, inveja, irritação. Pensou-se em amor e altruísmo. No entanto, os animais também são capazes de sacrificar a sua vida por outros da sua espécie. Talvez o ser humano seja, no entanto, o único capaz de sacrificar a sua vida em prole de uma outra espécie. Quando um grupo de humanos, por exemplo, se coloca entre um arpão industrial e uma baleia, arriscando a própria vida, faz algo que nenhum outro animal ou planta faz. Excepto talvez o cão. Ou outro animal que tenha crescido com um humano. Mesmo assim, quando o fazem, acreditam que estão a defender a sua espécie, a sua matilha. Ou seja, não se trata realmente de altruísmo. Sabemos que não somos capazes de sobreviver sós. Precisamos dos “nossos” para sobreviver.

Utilizando uma análise racional desta e outras formas de altruísmo, um dia os cientistas podem descobrir que se trata de uma deficiência ou evolução genética. Aqueles que se colocam entre o arpão e a baleia, são deficientes ou mais evoluídos? Algo nos seus genes dir-lhes-à que o ecosistema tem de ser preservado a todo o custo, pois precisamos de outros para além da nossa espécie? Mas também pode tratar-se de uma deficiência, pois um dia o ser humano não precisará das outras espécies, nem mesmo do seu planeta ou do sol. Será capaz de produzir o seu próprio alimento a partir de átomos ou moléculas, dominará a fissão nuclear podendo criar as suas próprias estrelas, será capaz de terra-formação, para formar planetas capazes de sustentar a vida humana. Então, será uma deficiência, preocuparmo-nos com as outras espécies? Ou será aquilo que os budistas chamam compaixão e os cristãos amor?

Também o ser humano parece ser o único capaz de comunicar de forma não manipuladora e não egoísta, quando a todo o custo tenta preservar o conhecimento adquirido para as gerações futuras, já desde as pinturas rupestres. No entanto, a maior parte das vezes, comunica de forma vegetal, com o intuito único da sobrevivência.

No Movimento Outro Portugal, o grupo Comunicação propõe-se reflectir sobre este tema, propõe-se assegurar uma comunicação dentro e fora do grupo que seja uma troca, sim, mas não com o intuito de sobreviver, ou seja, meramente crescer e multiplicar-se, manipulando ou enganando, mas tendo em vista a partilha de informação, a preservação do conhecimento para as gerações futuras, a busca de alternativas que tragam uma maior felicidade e alegria a todos os seres humanos e todos os outros seres vivos no nosso planeta.

Nos últimos 30 anos houve uma mudança radical na forma como a nossa sociedade comunica. Houve uma democratização e globalização das fontes de informação e o acesso às mesmas. Actualmente, qualquer um de nós pode ser jornalista por um dia, ao filmar por exemplo uma situação de abuso com o seu telefone celular e colocar no youtube ou nas redes sociais. A informação deixou de estar concentrada nos OCS's.

Por outro lado nem sempre é possível verificar de forma fidedigna a informação que chega até nós, o que por vezes dá origem ao aprecimento de noticias ou acontecimentos fabricados muitas vezes criados por grupos de pressão ou lobbys, para criar uma realidade que nem sempre é verdadeira.

A quantidade de informação a que temos acesso nem sempre corresponde à qualidade. Corremos o risco de obter um conhecimento superficial sobre muitos factos, sem aprofundarmos verdadeiramente nenhum deles.

O mesmo se passa com a comunicação ao nível inter-pessoal, ao comunicarmos muitas vezes telegraficamente ou com icones para demonstrarmos os nossos pensamentos, passamos a ter um intermediário entre o emissor e o destinatário: o telefone celular ou o pc. A rapidez da comunicação aumentou mas não significa que tenha aumentado a percepção e a recepção perfeita da mensagem.

O problema ou o obstáculo da comunicação entre seres humanos é nunca podermos apreender na totalidade a mensagem em todos os seus angulos: sensorial ou mental.

A um nível mais lato a mensagem que chega até nós, através dos orgãos de comunicação social, já vem filtrada pelos chamados "gate keeper" há um alinhamento de noticias que é decidido com o objectivo de "dar as espectador aquilo que ele quer ver" ou se quisermos de "informar o público". Com os casos mais recentes de jornalistas que viram censurada a sua opinião, sabemos que nem sempre a realidade é assim. As agências de comunicação, desempenham cada vez mais o papel de intermediários entre os media e as empresas ou os partidos politicos. E muitas vezes o publico tem acesso a um angulo ou perspectiva da história. Aconteceu nos EUA na altura do presidente Bush, em que a fox news foi praticamente veiculo de propaganda do governo.

Num Outro Portugal, a comunicação é o eixo principal, a base de tudo. Haver um equilibrio entre a comunicação virtual e a comunicação presencial em casa ou entre amigos. Olhos nos olhos. Cada vez mais falamos quase 24 horas por dia, sete dias por semana, cada vez com mais pessoas. Onde fica a qualidade e a profundidade da comunicação?

É importante chegar a uma proposta de comunicação saudável e não abusiva e invasiva como a que vivemos actualmente. Uma das questões obre as quais temos de reflectir é: como propor isso a um nível nacional. Será que as pessoas querem realmente outro tipo de informação e comunicação, ou estão satisfeitas com o que têm... e terão coragem para mudar? Uma das soluções que considero interessantes e que como cidadãos gostaríamos de ter, é um (pelo menos) canal de informação imparcial, cultural e socialmente rico. Falta algo que divulgue o que temos de melhor, um meio de divulgar coisas realmente úteis e construtivas para a população. Faltam programas que estimulem e que informem sobre o que de tão bom temos neste país.

Para além desta reflexão, o grupo da Comunicação tem como missão divulgar a existência do movimento cívico e cultural Outro Portugal, assegurando que o máximo possível de pessoas potencialmente interessadas em colaborar tomem conhecimento do movimento.

Para realizar esta missão, tem como principais tarefas:

- Assegurar uma boa divulgação dos blogs e páginas do Movimento na Internet;

- Manter um jornal online com notícias relevantes para o movimento, que sirva tanto de base de investigação para os membros do Movimento, como de angariação de novos membros, potencialmente interessados e que seja um resultado da reflexão acima mencionada;

- Proceder ao planeamento da comunicação do grupo, listando todas as actividades e cruzaando a gestão e objectivos do movimento com as acções de comunicação.

- Propôr formas alternativas de divulgação sem ser via Internet;

- Dar apoio a eventos do Movimento, quer através da presença, quer logisticamente;

- Facilitar a comunicação entre membros do Movimento;

- Facilitar parcerias com outra entidades interessadas.

Os membros da Comunicação comprometem-se a não utilizar métodos manipuladores de comunicação, a divulgar apenas notícias no jornal Outro com fundamento científico e com qualidade e a aconselhar os restantes membros do grupo a tornarem a sua linguagem o mais abrangente possível, para que possamos reunir no movimento diferentes qualificações, culturas e inteligências.

"Century of the Self" - Adam Curtis

"This series is about how those in power have used Freud's theories to try and control the dangerous crowd in an age of mass democracy." - Adam Curtis' introduction to the first episode.



Sigmund Freud, the founder of psychoanalysis, changed the perception of the human mind and its workings. His influence on the twentieth century is generally considered profound. The series describes the ways public relations and politicians have utilized Freud's theories during the last 100 years for the "engineering of consent".
Freud himself and his nephew Edward Bernays, who was the first to use psychological techniques in public relations, are discussed. Freud's daughter Anna Freud, a pioneer of child psychology, is mentioned in the second part, as is one of the main opponents of Freud's theories,Wilhelm Reich, in the third part.
Along these general themes, The Century of the Self asks deeper questions about the roots and methods of modern consumerism,representative democracy and its implications. It also questions the modern way we see ourselves, the attitude to fashion and superficiality.
The business and, increasingly, the political world uses psychological techniques to read and fulfill our desires, to make their products or speeches as pleasing as possible to us. Curtis raises the question of the intentions and roots of this fact. Where once the political process was about engaging people's rational, conscious minds, as well as facilitating their needs as a society, the documentary shows how by employing the tactics of psychoanalysis, politicians appeal to irrational, primitive impulses that have little apparent bearing on issues outside of the narrow self-interest of a consumer population. He cites Paul Mazer, a Wall Street banker working for Lehman Brothers in the 1930s: "We must shift America from a needs- to a desires-culture. People must be trained to desire, to want new things, even before the old have been entirely consumed. [...] Man's desires must overshadow his needs."
In Episode 4 the main subjects are Philip Gould and Matthew Freud, the great grandson of Sigmund, a PR consultant. They were part of the efforts during the nineties to bring the Democrats in the US and New Labour in the United Kingdom back into power. Adam Curtis explores the psychological methods they now massively introduced into politics. He also argues that the eventual outcome strongly resembles Edward Bernays vision for the "Democracity" during the1939 New York World's Fair.
According to BBC publicity:
"To many in both politics and business, the triumph of the self is the ultimate expression of democracy, where power has finally moved to the people. Certainly the people may feel they are in charge, but are they really? The Century of the Self tells the untold and sometimes controversial story of the growth of the mass-consumer society in Britain and the United States. How was the all-consuming self created, by whom, and in whose interests?"
in http://en.wikipedia.org/wiki/The_Century_of_the_Self





(restantes episódios no Google Video ou em http://freedocumentaries.org/index.php)

A publicidade não é arte


Um contributo para o documento sobre Comunicação.
Fonte:
Ar do Tempo

A publicidade não é Arte 


"A publicidade é um negócio, de valores fabulosos e de muito poder. É feita para vender, para alcançar resultados pela redundância e pela repetição exaustiva. Funciona muito bem ao que se propõe. Não pode ser Arte a ausência da surpresa e rarefação absoluta de sua permanência. A sua função é fazer funcionar o comércio ou convencer as pessoas a aderir a algo sobre o que ainda não tinham pensado, nem estavam, de fato, precisando. A publicidade é o anúncio do dia, pisoteado no chão, após cumprir seu objetivo de transmitir uma mensagem, verdadeira ou não. Apenas isso." - Elio Mirrado, 1981





Itaci Batista - O anúncio na calçada - Fotografia (São Paulo SP Brasil), 2010

Ensaio do Jornal Outro

Iniciei o ensaio deste jornal num blog, que está ainda fechado ao público. Enviei um convite a todos os membros cujo e-mail está nos Grupos de Trabalho, para que possam ver, criticar, comentar. Assim abre-se a possibilidade aos membros de contribuirem, caso assim o queiram fazer, para uma melhor definição dos objectivos e temas deste meio de comunicação.

Podem comentar e criticar à vontade, porque antes do jornal ir para o "ar", a discussão interna será apagada. A minha proposta é depois abrir o jornal a todos, inclusivamente anónimos, porque um jornal deve ser assim mesmo.

O jornal não é uma cópia do blog. E também, como não temos um grupo de jornalistas, também não é para escrevermos nós as notícias, embora possamos fazê-lo. É para recolher - via Internet e outros meios de comunicação - notícias sobre o que está a acontecer no mundo relativamente aos desafios que se colocam à Humanidade neste início de milénio e soluções já testadas e implementadas ou a implementar. O jornal terá ainda artigos de opinião sobre os temas tratados, podendo ser alguns desses artigos seleccionados a partir deste blog, da Revista Entre da Serpente Emplumada ou de outros sítios e meios.

A minha ideia é inserirmos as notícias no blog (os voluntários para o jornal) e depois pô-lo a correr automaticamente para dentro da página do Facebook, criada pela Sílvia, via RSS Feed.

Também posso pôr um feed a correr dentro do blog Outro Portugal e assim os membros podem optar por ler o jornal no blog, no email (através da e-newsletter) ou no Facebook.

É opcional a forma como se lê o jornal, tal como é opcional participar no movimento aqui ou no Facebook. Relembro que o grupo privado no Facebook foi criado para os membros que não querem participar via blog.

O endereço do jornal é: jornaloutro.blogspot.com.

Desde já coloco a pergunta: algum dos membros ou mesmo não-membros está interessado em contribuir para o jornal? Vai ser necessário trabalho de pesquisa de notícias e artigos e trabalho de tradução dos mesmos. Também podem participar com artigos de opinião e arte (poesia, contos e fotografia).

Saudações a todos.

Comunicação: Jornal "Outro" e nova imagem

Como parte da nossa estratégia de comunicação, e uma vez que não vamos ser "Incomunicação", o Grupo Comunicação vai criar um jornal online (para começar via Facebook e e-newsletter semanal) que irá divulgar as notícias que os media normalmente não divulgam ou a que dão pouca importância, mas que no fundo são as notícias que revelam o que de mais criativo e maravilhoso o ser humano tem. Sim, também pode ser um valente estupor, mas aí os media, de forma geral, apressam-se a divulgá-lo. No entanto, se o não fizerem, também o faremos.


Entre essas notícias, os membros dos diferentes grupos encontrarão certamente muitos novos campos de pesquisa para as diferentes áreas.

Já começámos a recolher notícias e iremos divulgá-las também aqui, com a etiqueta "jornal Outro", nome escolhido para este jornal.

A Sílvia Neto vai criar a página no Facebook e depois convidaremos todos os membros presentes a aderirem à página.

Aproveito ainda para informar todos os membros que ainda não deram o e-mail que estamos a rever o logo e a imagem de "Outro Portugal", para os tornar mais actuais e simples.

Actualização dos grupos de trabalho com contactos

Mais um membro no grupo da Lusofonia (Moysés Gurgel) e mais um membro no grupo da Saúde (Carlos Gonçalves).

Grupo 1 – Comunicação

Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (mcunmani[at]gmail.com)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Cristina Cabral (cristina-cabral2009[at]hotmail.com)
Helena Andrade (lenandrade555{at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Sílvia Neto (sillnett[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais
Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Marlene Dias (marl.ene[at]hotmail.com)
Pedro Sena (coordenador) (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas
Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
João Alves Aguiar (joao.alves.aguiar[at]ist.utl.pt)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)


Grupo 4 – Ecologia
Ilda Castro (castro.ilda[at]gmail.com)
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política
Carlos Ramos (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
Ethel Feldman (ethel.feldman[at]gmail.com)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (marianovarosa[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rita Uva (ritauva[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura
Aldora Amaral (amaralaldora[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Cristina Moura
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Duarte Soares (duarte.soares[at]gmail.com)
Fernanda Gil (fernanda.gil[at]gmail.com)
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Henrique Areias (henriqueareias[at]hotmail.com)
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde
Ana Paula Germano
Carlos Gonçalves (carloshomeopata[at]hotmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Fernanda Vaz (sintra[at]portugraal.net)
Helena Andrade (lenandrade555[at]gmail.com)
Maria da Conceição Pinho
Paulo Antunes (buenoantunes[at]gmail.com)
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões
Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Moysés Gurgel (moyses.gurgel[at]gmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)
Rui Lopo (rui.lopo[at]gmail.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Nova actualização dos grupos de trabalho

Foi actualizado o e-mail da Ana Proença, da Rita Uva e temos um novo membro na Economia, João Alves Aguiar. Também o grupo 2 tem dois coordenadores, a Ilda Castro e o Pedro Sena. Foi incluído Carlos Gonçalves no grupo da Saúde. Carlos Gonçalves é homeopata.

Grupo 1 – Comunicação
Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (mcunmani[at]gmail.com)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Sílvia Neto (sillnett[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais
Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Pedro Sena (coordenador) (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas
Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
João Alves Aguiar (joao.alves.aguiar[at]ist.utl.pt)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)


Grupo 4 – Ecologia
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (marianovarosa[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura
Cristina Moura
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde
Ana Paula Germano
Carlos Gonçalves
Maria da Conceição Pinho
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões
Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Comunicação e educação alternativas

O artigo traz, num primeiro momento, uma breve explanação sobre o termo “alternativo”, sua evolução e aplicações tanto na educação como na comunicação. Logo, concentra-se na sistematização das principais idéias trazidas pelos autores em relação ao termo. Passa ainda a apontar a interface entre a comunicação e educação alternativas como uma possibilidade concreta de transformação social, participação e cidadania. Por fim, trata a questão do paradoxo do oprimido, que, considerado ingênuo e manipulável, é o verdadeiro responsável por projetos que objetivam a melhoria de suas condições enquanto cidadãos. Ler o artigo completo em: http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_OtreOliveira.PDF

Actualização dos grupos de trabalho após a primeira sessão de 10 de Janeiro de 2009

Actualização dos grupos de trabalho após a primeira sessão:

Grupo 1 – Comunicação
Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (ana_proenca[at]sapo.pt)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Cristina Cabral (cristina-cabral2009[at]hotmail.com)
Helena Andrade (lenandrade555{at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Sílvia Neto (sillnett[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais
Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Marlene Dias (marl.ene[at]hotmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas
Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 4 – Ecologia
Ilda Castro (castro.ilda[at]gmail.com)
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política
Carlos Ramos (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
Ethel Feldman (ethel.feldman[at]gmail.com)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (marianovarosa[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rita Uva (ritasuva[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura
Aldora Amaral (amaralaldora[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Cristina Moura
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Duarte Soares (duarte.soares[at]gmail.com)
Fernanda Gil (fernanda.gil[at]gmail.com)
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Henrique Areias (henriqueareias[at]hotmail.com)
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde
Ana Paula Germano
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Fernanda Vaz (sintra[at]portugraal.net)
Helena Andrade (lenandrade555[at]gmail.com)
Maria da Conceição Pinho
Paulo Antunes (buenoantunes[at]gmail.com)
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões
Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)
Rui Lopo (rui.lopo[at]gmail.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Agenda da Sessão de Trabalho do dia 10 de Janeiro

Caros amigos e amigas,

Esta é a agenda proposta pelo Paulo Borges para o próximo dia 10 de Janeiro.

14:30 Revisão do Manifesto (Paulo Borges)
14:40 Espaço para os membros apresentarem os seus contributos e críticas do Manifesto (objectivo: aperfeiçoamento do Manifesto, de forma a satisfazer os membros do grupo)
15:25 Uma possível concretização dos objectivos traçados no Manifesto: objectivos a atingir a médio, curto e longo prazo (Sofia Costa Madeira)
15:40 Espaço para os membros do grupo darem os seus contributos, críticas e ideias para essa mesma concretização (objectivo: estabelecer os objectivos que cada grupo se propõe alcançar)
16:25 Elaboração do plano de acção para cada grupo a curto prazo
17:00 A Missão de Portugal (Luís Resina)
17:15 Apresentação da Revista Entre (Paulo Borges)
17:25 Fecho da Sessão (Paulo Borges)

Caso algum membro deseje fazer alguma exposição, é favor informar para que a agenda possa ser reformulada.

Pedimos ainda, em nome do Luís Resina, que confirmem ou declinem a vossa presença na sessão até 5 de Janeiro, o mais tardar. Podem fazê-lo para o e-mail refundarportugal@gmail.com ou no grupo privado do Facebook (os membros que lá estão inscritos).


Neste momento, temos 25 pessoas inscritas.

Muito obrigada e, mais uma vez, bom ano a todos.

Ken Robinson afirma que as escolas matam a criatividade

Ou ainda de como se pode falar de coisas sérias de uma forma simples e cheia de humor.

O meu desejo de Natal ao Fernão Capelo Gaivota que vive em todos nós

E boas entradas no novo ano.

O nosso canal vídeo no YouTube


Foi criado um canal vídeo de Outro Portugal no YouTube. Visitem!

Grupo privado no Facebook

Por sugestão da Sílvia Neto, está então criado um grupo privado no Facebook, para os membros que desejam maior privacidade.

Nuvem de etiquetas

Só para comunicar que adicionei uma nuvem de etiquetas ao blog para facilitar a consulta e navegação.

Isto não vos diz nada?



E hoje surge esta notícia.
http://economico.sapo.pt/noticias/nao-estamos-especialmente-interessados-na-bertrand_76201.html

Comunicação interna entre os membros de Um Outro Portugal

Foi-me solicitado que pensasse em alternativas de comunicação/reuniões/partilha de informação ao blog/fórum, uma vez que há membros que não se sentem à vontade com este tipo de comunicação.


1.
A mais evidente são as reuniões/convívios em casa das pessoas ou espaços públicos. O Paulo Borges vai propôr umas datas alternativas para um primeiro jantar e, a partir daí, cada um dos grupos poderá decidir de que forma querem trabalhar em conjunto.

2.
Outra, também relativamente evidente, é a troca de e-mails entre todos os membros do grupo.

3.
As outras alternativas que existem hoje, gratuitas, e que poupam tempo, tão crucial hoje em dia, são as reuniões na Internet, com partilha de informações e documentos, ou a criação de grupos de trabalho na Internet.

3.a)
A mais recente ferramenta desenvolvida pelo Google é o Google Wave (http://wave.google.com/help/wave/closed.html). Todos os elementos do grupo podem ficar ligados, comunicar e partilhar informação uns com os outros, numa base constante. Ainda está em testes, mas tenho convites que posso enviar e os membros que recebam os convites terão por sua vez acesso a enviar mais convites, pelo que em pouco tempo estaríamos todos ligados.

3.b)
O Google tem também o OpenMeetings (http://code.google.com/p/openmeetings/), que permite marcar as tais reuniões. Este sistema é mesmo só para reuniões.

Os membros podem também sugerir alternativas que aqui não foram consideradas, claro. O que sugiro, para os que não gostam de blogs, é que pensem na alternativa que melhor vos conviria e que enviem essa informação para o email: refundarportugal@gmail.com. A partir daí podemos tentar conjugar os diferentes interesses e necessidades dos membros e apresentar a melhor solução.

Os membros que assim o desejarem, podem dar a sua opinião directamente aqui no blog.

Aproveito para informar que foi instalado o Google Analytics aqui no blog, o que nos vai permitir iniciar então a optimização do posicionamento do blog/fórum nos motores de busca. Os membros que quiserem ter acesso aos dados podem também enviar um email para refundarportugal@gmail.com.

Saudações a todos.

Uma contribuição para o grupo Comunicação

Uma contribuição. Uma reflexão.


Deus não exige de nós nenhum culto; prestamos a nossa homenagem a Deus, entramos em contacto pleno com o Universo, quando desenvolvemos a nossa inteligência e o nosso Amor: um laboratório, uma biblioteca são templos de Deus; uma escola é um templo de Deus, e o mais belo de todos. Todos podemos ser sacerdotes, porque todos temos capacidades de Inteligência e de Amor; e praticamos o mais elevado dos cultos a Deus quando propagamos a cultura, o que significa o derrubamento de todas as barreiras que se opõem ao Espírito.

Agostinho da Silva

Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação. Mostrar todas as mensagens

Petição para proibir a publicidade dirigida às crianças menores de 12 anos

Coloquei no grupo privado do Facebook o texto/rascunho da petição, para discussão. Se acharem que se deve acrescentar algo mais, por favor digam.

Quem estiver no Facebook e ligado ao grupo pode aceder clicando no link acima. Quem quiser receber o texto por e-mail, diga aqui, que eu envio.

Entretanto, podem ler este artigo, que explica porque a Suécia já fez esta proibição.

Saudações,
S.

Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa

A partir de hoje o Outro conta com a inestimável colaboração científica na área da Saúde e Bem-Estar da Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa. Na selecção dos artigos a Escola e o Outro darão prioridade aos problemas de saúde que afectam a maioria das pessoas, as chamadas doenças do século. Mas se algum dos nossos leitores tiver interesse sobre a abordagem deste tipo de medicina em relação a alguma condição em particular, pode falar connosco no blog ou no Facebook e faremos todos os possíveis por abordar esse tema.

O Outro visitou a escola, com sede na Rua D. Estefânia, 173-175, em Lisboa, e ficou encantado(a).  As recentes instalações da Escola situam-se num antigo palacete de 1900 com um lindíssimo jardim cheio de árvores centenárias, que já foi Museu dos CTT, Cinemateca e Casa dos Dias da Água.  O soalho  é de tábua corrida e as paredes têm painéis de madeira maciça talhada, tectos altos e a casa tem uma vida, um calor e aroma próprios. Simplesmente apetece ficar. Estava a chover torrencialmente lá fora mas, assim que entrámos, sentimos calor e a água que caía, visível ainda das janelas, parecia fazer parte do ambiente, como um dos cinco elementos básicos da natureza, quase como a fonte de toda aquela madeira, que produz o fogo, que produz a terra, que produz o metal... A água parecia efectivamente abraçar a casa, casa essa que estava cheia de pessoas genuínas, de sorrisos, de conversas, de energia. 

Contar com a colaboração dos directores e professores da ESMTC para divulgar alternativas no campo da Saúde aos leitores do Outro é motivo de uma enorme e profunda satisfação.

O Outro aposta na medicina integrada. Não há várias medicinas. Há uma única medicina. Existem é formas diferentes de curar.

Grupo Comunicação: Contribuição para o documento final de apresentação de Outro Portugal

Apresento em baixo o documento final com a contribuição dos membros para a apresentação de Outro Portugal.

Grupo Comunicação: Outra Comunicação

A comunicação é tão antiga quanto a própria vida, é algo inato à própria vida. Trocar incessamentemente partículas com o mundo exterior (Hubert Reeves, in Poeira de Estrelas). Assim começou a comunicação. Foi com a comunicação enquanto troca e simbiose que os organismos unicelulares evoluiram para plantas e animais. Nem todos o sabem ou reflectem sobre isto, mas um corpo humano é, na realidade, um aglomerado de seres vivos, microorganismos, bactérias e outros, que vivem simbioticamente. Ou seja, não somos Um, nem mesmo fisicamente. Cada um de nós é uma multidão.
Todos os seres vivos utilizam a comunicação para sobreviver. E, muitas vezes, para sobreviver, manipulando. Quando uma flor abre e exala aroma e esplendorosamente refecte a luz em cores maravilhosas, atraindo os polinizadores, está a comunicar.
Se pensarmos bem, não há nada que distinga o melhor marketeer do mundo de um vegetal, a esse nível. Também o marketeer comunica para sobreviver. Se necessário, manipulando, se necessário, mesmo enganando, como uma planta carnívora, por exemplo.
Na sua incessante busca por aquilo que distingue o ser humano dos outros animais, os cientistas ainda não conseguiram encontrar ou definir uma verdadeira diferença. Tudo o que parecia distinguir-nos dos outros primatas, por exemplo, é afinal comum a ambas as espécies. Nós processamos em maior quantidade a informação, mas não em qualidade. Os chimpanzés e os gorilas, tal como nós, desenvolvem estratégias, constroem ferramentas e abrigos, sonham, riem e choram, amam, sentem ciúme, inveja, irritação. Pensou-se em amor e altruísmo. No entanto, os animais também são capazes de sacrificar a sua vida por outros da sua espécie. Talvez o ser humano seja, no entanto, o único capaz de sacrificar a sua vida em prole de uma outra espécie. Quando um grupo de humanos, por exemplo, se coloca entre um arpão industrial e uma baleia, arriscando a própria vida, faz algo que nenhum outro animal ou planta faz. Excepto talvez o cão. Ou outro animal que tenha crescido com um humano. Mesmo assim, quando o fazem, acreditam que estão a defender a sua espécie, a sua matilha. Ou seja, não se trata realmente de altruísmo. Sabemos que não somos capazes de sobreviver sós. Precisamos dos “nossos” para sobreviver.
Utilizando uma análise racional desta e outras formas de altruísmo, um dia os cientistas podem descobrir que se trata de uma deficiência ou evolução genética. Aqueles que se colocam entre o arpão e a baleia, são deficientes ou mais evoluídos? Algo nos seus genes dir-lhes-à que o ecosistema tem de ser preservado a todo o custo, pois precisamos de outros para além da nossa espécie? Mas também pode tratar-se de uma deficiência, pois um dia o ser humano não precisará das outras espécies, nem mesmo do seu planeta ou do sol. Será capaz de produzir o seu próprio alimento a partir de átomos ou moléculas, dominará a fissão nuclear podendo criar as suas próprias estrelas, será capaz de terra-formação, para formar planetas capazes de sustentar a vida humana. Então, será uma deficiência, preocuparmo-nos com as outras espécies? Ou será aquilo que os budistas chamam compaixão e os cristãos amor?
Também o ser humano parece ser o único capaz de comunicar de forma não manipuladora e não egoísta, quando a todo o custo tenta preservar o conhecimento adquirido para as gerações futuras, já desde as pinturas rupestres. No entanto, a maior parte das vezes, comunica de forma vegetal, com o intuito único da sobrevivência.
No Movimento Outro Portugal, o grupo Comunicação propõe-se reflectir sobre este tema, propõe-se assegurar uma comunicação dentro e fora do grupo que seja uma troca, sim, mas não com o intuito de sobreviver, ou seja, meramente crescer e multiplicar-se, manipulando ou enganando, mas tendo em vista a partilha de informação, a preservação do conhecimento para as gerações futuras, a busca de alternativas que tragam uma maior felicidade e alegria a todos os seres humanos e todos os outros seres vivos no nosso planeta.
Nos últimos trinta anos houve uma mudança radical na forma como a nossa sociedade comunica. Houve uma democratização e globalização das fontes de informação e o acesso às mesmas. Actualmente, qualquer um de nós pode ser jornalista por um dia, ao filmar por exemplo uma situação de abuso com o seu telefone celular e colocar no YouTube ou nas redes sociais. A informação deixou de estar concentrada nos OCS's.
Por outro lado, nem sempre é possível verificar de forma fidedigna a informação que chega até nós, o que por vezes dá origem ao aparecimento de noticias ou acontecimentos fabricados, muitas vezes criados por grupos de pressão ou lobbys, para criar uma realidade que nem sempre é verdadeira.
A quantidade de informação a que temos acesso nem sempre corresponde à qualidade. Corremos o risco de obter um conhecimento superficial sobre muitos factos, sem aprofundarmos verdadeiramente nenhum deles.
O mesmo se passa com a comunicação ao nível inter-pessoal, ao comunicarmos muitas vezes telegraficamente ou com ícones para demonstrarmos os nossos pensamentos, passamos a ter um intermediário entre o emissor e o destinatário: o telefone celular ou o pc. A rapidez da comunicação aumentou, mas tal não significa que tenha aumentado a percepção e a recepção perfeita da mensagem.
O problema ou o obstáculo da comunicação entre seres humanos é nunca podermos apreender na totalidade a mensagem em todos os seus angulos: sensorial ou mental.
A um nível mais lato, a mensagem que chega até nós através dos orgãos de comunicação social, já vem filtrada pelos chamados "gate keepers", há um alinhamento de noticias que é decidido com o objectivo de "dar ao espectador aquilo que ele quer ver" ou, se quisermos, de "informar o público". Com os casos mais recentes de jornalistas que viram censurada a sua opinião, sabemos que nem sempre a realidade é assim. As agências de comunicação, desempenham cada vez mais o papel de intermediários entre os media e as empresas ou os partidos politicos. E muitas vezes o público tem acesso a apenas um angulo ou perspectiva da história. Aconteceu nos EUA na altura do presidente Bush, em que a Fox News foi praticamente veiculo de propaganda do governo.
Num Outro Portugal, a comunicação é o eixo principal, a base de tudo. Haver um equilibrio entre a comunicação virtual e a comunicação presencial em casa ou entre amigos. Olhos nos olhos. Cada vez mais falamos quase 24 horas por dia, sete dias por semana, cada vez com mais pessoas. Onde fica a qualidade e a profundidade da comunicação?
É importante chegar a uma proposta de comunicação saudável e não abusiva e invasiva como a que vivemos actualmente. Uma das questões sobre a qual temos de reflectir é: como propor isso a um nível nacional. Será que as pessoas querem realmente outro tipo de informação e comunicação, ou estão satisfeitas com o que têm... e terão coragem para mudar? Uma das soluções que consideramos interessante e que, como cidadãos, gostaríamos de ter, é um (pelo menos) canal de informação imparcial, cultural e socialmente rico. Falta algo que divulgue o que temos de melhor, um meio de divulgar coisas realmente úteis e construtivas para a população. Faltam programas que estimulem e que informem sobre o que de tão bom temos neste país.
Para além desta reflexão, o grupo da Comunicação tem como missão divulgar a existência do movimento cívico e cultural Outro Portugal, assegurando que o máximo possível de pessoas potencialmente interessadas em colaborar tomem conhecimento do movimento.
Para realizar esta missão, tem como principais tarefas:
- Assegurar uma boa divulgação dos blogs e páginas do Movimento na Internet;
- Manter um jornal online com notícias relevantes para o movimento, que sirva tanto de base de investigação para os membros do Movimento, como de angariação de novos membros, potencialmente interessados e que seja um resultado da reflexão acima mencionada;
- Proceder ao planeamento da comunicação do grupo, listando todas as actividades e cruzando a gestão e objectivos do movimento com as acções de comunicação.
- Propôr formas alternativas de divulgação sem ser via Internet;
- Dar apoio a eventos do Movimento, quer através da presença, quer logisticamente;
- Facilitar a comunicação entre membros do Movimento;
- Facilitar parcerias com outra entidades interessadas.
Os membros da Comunicação comprometem-se a não utilizar métodos manipuladores de comunicação, a divulgar apenas notícias no jornal Outro com fundamento científico e com qualidade e a aconselhar os restantes membros do grupo a tornarem a sua linguagem o mais abrangente possível, para que possamos reunir no movimento diferentes qualificações, culturas e inteligências.

A comunicação é tão antiga quanto a própria vida, é algo inato à própria vida. Trocar incessamentemente partículas com o mundo exterior (Hubert Reeves, in Poeira de Estrelas). Assim começou a comunicação. Foi com a comunicação enquanto troca e simbiose que os organismos unicelulares evoluiram para plantas e animais. Nem todos o sabem ou reflectem sobre isto, mas um corpo humano é, na realidade, um aglomerado de seres vivos, microorganismos, bactérias e outros, que vivem simbioticamente. Ou seja, não somos Um, nem mesmo fisicamente. Cada um de nós é uma multidão.

Todos os seres vivos utilizam a comunicação para sobreviver. E, muitas vezes, para sobreviver, manipulando. Quando uma flor abre e exala aroma e esplendorosamente refecte a luz em cores maravilhosas, atraindo os polinizadores, está a comunicar.

Se pensarmos bem, não há nada que distinga o melhor marketeer do mundo de um vegetal, a esse nível. Também o marketeer comunica para sobreviver. Se necessário, manipulando, se necessário, mesmo enganando, como uma planta carnívora, por exemplo.

Na sua incessante busca por aquilo que distingue o ser humano dos outros animais, os cientistas ainda não conseguiram encontrar ou definir uma verdadeira diferença. Tudo o que parecia distinguir-nos dos outros primatas, por exemplo, é afinal comum a ambas as espécies. Nós processamos em maior quantidade a informação, mas não em qualidade. Os chimpanzés e os gorilas, tal como nós, desenvolvem estratégias, constroem ferramentas e abrigos, sonham, riem e choram, amam, sentem ciúme, inveja, irritação. Pensou-se em amor e altruísmo. No entanto, os animais também são capazes de sacrificar a sua vida por outros da sua espécie. Talvez o ser humano seja, no entanto, o único capaz de sacrificar a sua vida em prole de uma outra espécie. Quando um grupo de humanos, por exemplo, se coloca entre um arpão industrial e uma baleia, arriscando a própria vida, faz algo que nenhum outro animal ou planta faz. Excepto talvez o cão. Ou outro animal que tenha crescido com um humano. Mesmo assim, quando o fazem, acreditam que estão a defender a sua espécie, a sua matilha. Ou seja, não se trata realmente de altruísmo. Sabemos que não somos capazes de sobreviver sós. Precisamos dos “nossos” para sobreviver.

Utilizando uma análise racional desta e outras formas de altruísmo, um dia os cientistas podem descobrir que se trata de uma deficiência ou evolução genética. Aqueles que se colocam entre o arpão e a baleia, são deficientes ou mais evoluídos? Algo nos seus genes dir-lhes-à que o ecosistema tem de ser preservado a todo o custo, pois precisamos de outros para além da nossa espécie? Mas também pode tratar-se de uma deficiência, pois um dia o ser humano não precisará das outras espécies, nem mesmo do seu planeta ou do sol. Será capaz de produzir o seu próprio alimento a partir de átomos ou moléculas, dominará a fissão nuclear podendo criar as suas próprias estrelas, será capaz de terra-formação, para formar planetas capazes de sustentar a vida humana. Então, será uma deficiência, preocuparmo-nos com as outras espécies? Ou será aquilo que os budistas chamam compaixão e os cristãos amor?

Também o ser humano parece ser o único capaz de comunicar de forma não manipuladora e não egoísta, quando a todo o custo tenta preservar o conhecimento adquirido para as gerações futuras, já desde as pinturas rupestres. No entanto, a maior parte das vezes, comunica de forma vegetal, com o intuito único da sobrevivência.

No Movimento Outro Portugal, o grupo Comunicação propõe-se reflectir sobre este tema, propõe-se assegurar uma comunicação dentro e fora do grupo que seja uma troca, sim, mas não com o intuito de sobreviver, ou seja, meramente crescer e multiplicar-se, manipulando ou enganando, mas tendo em vista a partilha de informação, a preservação do conhecimento para as gerações futuras, a busca de alternativas que tragam uma maior felicidade e alegria a todos os seres humanos e todos os outros seres vivos no nosso planeta.

Nos últimos 30 anos houve uma mudança radical na forma como a nossa sociedade comunica. Houve uma democratização e globalização das fontes de informação e o acesso às mesmas. Actualmente, qualquer um de nós pode ser jornalista por um dia, ao filmar por exemplo uma situação de abuso com o seu telefone celular e colocar no youtube ou nas redes sociais. A informação deixou de estar concentrada nos OCS's.

Por outro lado nem sempre é possível verificar de forma fidedigna a informação que chega até nós, o que por vezes dá origem ao aprecimento de noticias ou acontecimentos fabricados muitas vezes criados por grupos de pressão ou lobbys, para criar uma realidade que nem sempre é verdadeira.

A quantidade de informação a que temos acesso nem sempre corresponde à qualidade. Corremos o risco de obter um conhecimento superficial sobre muitos factos, sem aprofundarmos verdadeiramente nenhum deles.

O mesmo se passa com a comunicação ao nível inter-pessoal, ao comunicarmos muitas vezes telegraficamente ou com icones para demonstrarmos os nossos pensamentos, passamos a ter um intermediário entre o emissor e o destinatário: o telefone celular ou o pc. A rapidez da comunicação aumentou mas não significa que tenha aumentado a percepção e a recepção perfeita da mensagem.

O problema ou o obstáculo da comunicação entre seres humanos é nunca podermos apreender na totalidade a mensagem em todos os seus angulos: sensorial ou mental.

A um nível mais lato a mensagem que chega até nós, através dos orgãos de comunicação social, já vem filtrada pelos chamados "gate keeper" há um alinhamento de noticias que é decidido com o objectivo de "dar as espectador aquilo que ele quer ver" ou se quisermos de "informar o público". Com os casos mais recentes de jornalistas que viram censurada a sua opinião, sabemos que nem sempre a realidade é assim. As agências de comunicação, desempenham cada vez mais o papel de intermediários entre os media e as empresas ou os partidos politicos. E muitas vezes o publico tem acesso a um angulo ou perspectiva da história. Aconteceu nos EUA na altura do presidente Bush, em que a fox news foi praticamente veiculo de propaganda do governo.

Num Outro Portugal, a comunicação é o eixo principal, a base de tudo. Haver um equilibrio entre a comunicação virtual e a comunicação presencial em casa ou entre amigos. Olhos nos olhos. Cada vez mais falamos quase 24 horas por dia, sete dias por semana, cada vez com mais pessoas. Onde fica a qualidade e a profundidade da comunicação?

É importante chegar a uma proposta de comunicação saudável e não abusiva e invasiva como a que vivemos actualmente. Uma das questões obre as quais temos de reflectir é: como propor isso a um nível nacional. Será que as pessoas querem realmente outro tipo de informação e comunicação, ou estão satisfeitas com o que têm... e terão coragem para mudar? Uma das soluções que considero interessantes e que como cidadãos gostaríamos de ter, é um (pelo menos) canal de informação imparcial, cultural e socialmente rico. Falta algo que divulgue o que temos de melhor, um meio de divulgar coisas realmente úteis e construtivas para a população. Faltam programas que estimulem e que informem sobre o que de tão bom temos neste país.

Para além desta reflexão, o grupo da Comunicação tem como missão divulgar a existência do movimento cívico e cultural Outro Portugal, assegurando que o máximo possível de pessoas potencialmente interessadas em colaborar tomem conhecimento do movimento.

Para realizar esta missão, tem como principais tarefas:

- Assegurar uma boa divulgação dos blogs e páginas do Movimento na Internet;

- Manter um jornal online com notícias relevantes para o movimento, que sirva tanto de base de investigação para os membros do Movimento, como de angariação de novos membros, potencialmente interessados e que seja um resultado da reflexão acima mencionada;

- Proceder ao planeamento da comunicação do grupo, listando todas as actividades e cruzaando a gestão e objectivos do movimento com as acções de comunicação.

- Propôr formas alternativas de divulgação sem ser via Internet;

- Dar apoio a eventos do Movimento, quer através da presença, quer logisticamente;

- Facilitar a comunicação entre membros do Movimento;

- Facilitar parcerias com outra entidades interessadas.

Os membros da Comunicação comprometem-se a não utilizar métodos manipuladores de comunicação, a divulgar apenas notícias no jornal Outro com fundamento científico e com qualidade e a aconselhar os restantes membros do grupo a tornarem a sua linguagem o mais abrangente possível, para que possamos reunir no movimento diferentes qualificações, culturas e inteligências.

"Century of the Self" - Adam Curtis

"This series is about how those in power have used Freud's theories to try and control the dangerous crowd in an age of mass democracy." - Adam Curtis' introduction to the first episode.



Sigmund Freud, the founder of psychoanalysis, changed the perception of the human mind and its workings. His influence on the twentieth century is generally considered profound. The series describes the ways public relations and politicians have utilized Freud's theories during the last 100 years for the "engineering of consent".
Freud himself and his nephew Edward Bernays, who was the first to use psychological techniques in public relations, are discussed. Freud's daughter Anna Freud, a pioneer of child psychology, is mentioned in the second part, as is one of the main opponents of Freud's theories,Wilhelm Reich, in the third part.
Along these general themes, The Century of the Self asks deeper questions about the roots and methods of modern consumerism,representative democracy and its implications. It also questions the modern way we see ourselves, the attitude to fashion and superficiality.
The business and, increasingly, the political world uses psychological techniques to read and fulfill our desires, to make their products or speeches as pleasing as possible to us. Curtis raises the question of the intentions and roots of this fact. Where once the political process was about engaging people's rational, conscious minds, as well as facilitating their needs as a society, the documentary shows how by employing the tactics of psychoanalysis, politicians appeal to irrational, primitive impulses that have little apparent bearing on issues outside of the narrow self-interest of a consumer population. He cites Paul Mazer, a Wall Street banker working for Lehman Brothers in the 1930s: "We must shift America from a needs- to a desires-culture. People must be trained to desire, to want new things, even before the old have been entirely consumed. [...] Man's desires must overshadow his needs."
In Episode 4 the main subjects are Philip Gould and Matthew Freud, the great grandson of Sigmund, a PR consultant. They were part of the efforts during the nineties to bring the Democrats in the US and New Labour in the United Kingdom back into power. Adam Curtis explores the psychological methods they now massively introduced into politics. He also argues that the eventual outcome strongly resembles Edward Bernays vision for the "Democracity" during the1939 New York World's Fair.
According to BBC publicity:
"To many in both politics and business, the triumph of the self is the ultimate expression of democracy, where power has finally moved to the people. Certainly the people may feel they are in charge, but are they really? The Century of the Self tells the untold and sometimes controversial story of the growth of the mass-consumer society in Britain and the United States. How was the all-consuming self created, by whom, and in whose interests?"
in http://en.wikipedia.org/wiki/The_Century_of_the_Self





(restantes episódios no Google Video ou em http://freedocumentaries.org/index.php)

A publicidade não é arte


Um contributo para o documento sobre Comunicação.
Fonte:
Ar do Tempo

A publicidade não é Arte 


"A publicidade é um negócio, de valores fabulosos e de muito poder. É feita para vender, para alcançar resultados pela redundância e pela repetição exaustiva. Funciona muito bem ao que se propõe. Não pode ser Arte a ausência da surpresa e rarefação absoluta de sua permanência. A sua função é fazer funcionar o comércio ou convencer as pessoas a aderir a algo sobre o que ainda não tinham pensado, nem estavam, de fato, precisando. A publicidade é o anúncio do dia, pisoteado no chão, após cumprir seu objetivo de transmitir uma mensagem, verdadeira ou não. Apenas isso." - Elio Mirrado, 1981





Itaci Batista - O anúncio na calçada - Fotografia (São Paulo SP Brasil), 2010

Ensaio do Jornal Outro

Iniciei o ensaio deste jornal num blog, que está ainda fechado ao público. Enviei um convite a todos os membros cujo e-mail está nos Grupos de Trabalho, para que possam ver, criticar, comentar. Assim abre-se a possibilidade aos membros de contribuirem, caso assim o queiram fazer, para uma melhor definição dos objectivos e temas deste meio de comunicação.

Podem comentar e criticar à vontade, porque antes do jornal ir para o "ar", a discussão interna será apagada. A minha proposta é depois abrir o jornal a todos, inclusivamente anónimos, porque um jornal deve ser assim mesmo.

O jornal não é uma cópia do blog. E também, como não temos um grupo de jornalistas, também não é para escrevermos nós as notícias, embora possamos fazê-lo. É para recolher - via Internet e outros meios de comunicação - notícias sobre o que está a acontecer no mundo relativamente aos desafios que se colocam à Humanidade neste início de milénio e soluções já testadas e implementadas ou a implementar. O jornal terá ainda artigos de opinião sobre os temas tratados, podendo ser alguns desses artigos seleccionados a partir deste blog, da Revista Entre da Serpente Emplumada ou de outros sítios e meios.

A minha ideia é inserirmos as notícias no blog (os voluntários para o jornal) e depois pô-lo a correr automaticamente para dentro da página do Facebook, criada pela Sílvia, via RSS Feed.

Também posso pôr um feed a correr dentro do blog Outro Portugal e assim os membros podem optar por ler o jornal no blog, no email (através da e-newsletter) ou no Facebook.

É opcional a forma como se lê o jornal, tal como é opcional participar no movimento aqui ou no Facebook. Relembro que o grupo privado no Facebook foi criado para os membros que não querem participar via blog.

O endereço do jornal é: jornaloutro.blogspot.com.

Desde já coloco a pergunta: algum dos membros ou mesmo não-membros está interessado em contribuir para o jornal? Vai ser necessário trabalho de pesquisa de notícias e artigos e trabalho de tradução dos mesmos. Também podem participar com artigos de opinião e arte (poesia, contos e fotografia).

Saudações a todos.

Comunicação: Jornal "Outro" e nova imagem

Como parte da nossa estratégia de comunicação, e uma vez que não vamos ser "Incomunicação", o Grupo Comunicação vai criar um jornal online (para começar via Facebook e e-newsletter semanal) que irá divulgar as notícias que os media normalmente não divulgam ou a que dão pouca importância, mas que no fundo são as notícias que revelam o que de mais criativo e maravilhoso o ser humano tem. Sim, também pode ser um valente estupor, mas aí os media, de forma geral, apressam-se a divulgá-lo. No entanto, se o não fizerem, também o faremos.

Entre essas notícias, os membros dos diferentes grupos encontrarão certamente muitos novos campos de pesquisa para as diferentes áreas.

Já começámos a recolher notícias e iremos divulgá-las também aqui, com a etiqueta "jornal Outro", nome escolhido para este jornal.

A Sílvia Neto vai criar a página no Facebook e depois convidaremos todos os membros presentes a aderirem à página.

Aproveito ainda para informar todos os membros que ainda não deram o e-mail que estamos a rever o logo e a imagem de "Outro Portugal", para os tornar mais actuais e simples.

Actualização dos grupos de trabalho com contactos

Mais um membro no grupo da Lusofonia (Moysés Gurgel) e mais um membro no grupo da Saúde (Carlos Gonçalves).

Grupo 1 – Comunicação

Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (mcunmani[at]gmail.com)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Cristina Cabral (cristina-cabral2009[at]hotmail.com)
Helena Andrade (lenandrade555{at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Sílvia Neto (sillnett[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais
Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Marlene Dias (marl.ene[at]hotmail.com)
Pedro Sena (coordenador) (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas
Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
João Alves Aguiar (joao.alves.aguiar[at]ist.utl.pt)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)


Grupo 4 – Ecologia
Ilda Castro (castro.ilda[at]gmail.com)
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política
Carlos Ramos (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
Ethel Feldman (ethel.feldman[at]gmail.com)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (marianovarosa[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rita Uva (ritauva[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura
Aldora Amaral (amaralaldora[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Cristina Moura
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Duarte Soares (duarte.soares[at]gmail.com)
Fernanda Gil (fernanda.gil[at]gmail.com)
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Henrique Areias (henriqueareias[at]hotmail.com)
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde
Ana Paula Germano
Carlos Gonçalves (carloshomeopata[at]hotmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Fernanda Vaz (sintra[at]portugraal.net)
Helena Andrade (lenandrade555[at]gmail.com)
Maria da Conceição Pinho
Paulo Antunes (buenoantunes[at]gmail.com)
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões
Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Moysés Gurgel (moyses.gurgel[at]gmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)
Rui Lopo (rui.lopo[at]gmail.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Nova actualização dos grupos de trabalho

Foi actualizado o e-mail da Ana Proença, da Rita Uva e temos um novo membro na Economia, João Alves Aguiar. Também o grupo 2 tem dois coordenadores, a Ilda Castro e o Pedro Sena. Foi incluído Carlos Gonçalves no grupo da Saúde. Carlos Gonçalves é homeopata.

Grupo 1 – Comunicação
Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (mcunmani[at]gmail.com)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Sílvia Neto (sillnett[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais
Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Pedro Sena (coordenador) (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas
Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
João Alves Aguiar (joao.alves.aguiar[at]ist.utl.pt)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)


Grupo 4 – Ecologia
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (marianovarosa[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura
Cristina Moura
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde
Ana Paula Germano
Carlos Gonçalves
Maria da Conceição Pinho
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões
Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Comunicação e educação alternativas

O artigo traz, num primeiro momento, uma breve explanação sobre o termo “alternativo”, sua evolução e aplicações tanto na educação como na comunicação. Logo, concentra-se na sistematização das principais idéias trazidas pelos autores em relação ao termo. Passa ainda a apontar a interface entre a comunicação e educação alternativas como uma possibilidade concreta de transformação social, participação e cidadania. Por fim, trata a questão do paradoxo do oprimido, que, considerado ingênuo e manipulável, é o verdadeiro responsável por projetos que objetivam a melhoria de suas condições enquanto cidadãos. Ler o artigo completo em: http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_OtreOliveira.PDF

Actualização dos grupos de trabalho após a primeira sessão de 10 de Janeiro de 2009

Actualização dos grupos de trabalho após a primeira sessão:

Grupo 1 – Comunicação
Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (ana_proenca[at]sapo.pt)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Cristina Cabral (cristina-cabral2009[at]hotmail.com)
Helena Andrade (lenandrade555{at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Sílvia Neto (sillnett[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais
Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Marlene Dias (marl.ene[at]hotmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas
Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 4 – Ecologia
Ilda Castro (castro.ilda[at]gmail.com)
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política
Carlos Ramos (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
Ethel Feldman (ethel.feldman[at]gmail.com)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (marianovarosa[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rita Uva (ritasuva[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura
Aldora Amaral (amaralaldora[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Cristina Moura
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Duarte Soares (duarte.soares[at]gmail.com)
Fernanda Gil (fernanda.gil[at]gmail.com)
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Henrique Areias (henriqueareias[at]hotmail.com)
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde
Ana Paula Germano
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Fernanda Vaz (sintra[at]portugraal.net)
Helena Andrade (lenandrade555[at]gmail.com)
Maria da Conceição Pinho
Paulo Antunes (buenoantunes[at]gmail.com)
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões
Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)
Rui Lopo (rui.lopo[at]gmail.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Agenda da Sessão de Trabalho do dia 10 de Janeiro

Caros amigos e amigas,

Esta é a agenda proposta pelo Paulo Borges para o próximo dia 10 de Janeiro.

14:30 Revisão do Manifesto (Paulo Borges)
14:40 Espaço para os membros apresentarem os seus contributos e críticas do Manifesto (objectivo: aperfeiçoamento do Manifesto, de forma a satisfazer os membros do grupo)
15:25 Uma possível concretização dos objectivos traçados no Manifesto: objectivos a atingir a médio, curto e longo prazo (Sofia Costa Madeira)
15:40 Espaço para os membros do grupo darem os seus contributos, críticas e ideias para essa mesma concretização (objectivo: estabelecer os objectivos que cada grupo se propõe alcançar)
16:25 Elaboração do plano de acção para cada grupo a curto prazo
17:00 A Missão de Portugal (Luís Resina)
17:15 Apresentação da Revista Entre (Paulo Borges)
17:25 Fecho da Sessão (Paulo Borges)

Caso algum membro deseje fazer alguma exposição, é favor informar para que a agenda possa ser reformulada.

Pedimos ainda, em nome do Luís Resina, que confirmem ou declinem a vossa presença na sessão até 5 de Janeiro, o mais tardar. Podem fazê-lo para o e-mail refundarportugal@gmail.com ou no grupo privado do Facebook (os membros que lá estão inscritos).

Neste momento, temos 25 pessoas inscritas.

Muito obrigada e, mais uma vez, bom ano a todos.

Ken Robinson afirma que as escolas matam a criatividade

Ou ainda de como se pode falar de coisas sérias de uma forma simples e cheia de humor.

O meu desejo de Natal ao Fernão Capelo Gaivota que vive em todos nós

E boas entradas no novo ano.

O nosso canal vídeo no YouTube


Foi criado um canal vídeo de Outro Portugal no YouTube. Visitem!

Grupo privado no Facebook

Por sugestão da Sílvia Neto, está então criado um grupo privado no Facebook, para os membros que desejam maior privacidade.

Nuvem de etiquetas

Só para comunicar que adicionei uma nuvem de etiquetas ao blog para facilitar a consulta e navegação.

Isto não vos diz nada?



E hoje surge esta notícia.
http://economico.sapo.pt/noticias/nao-estamos-especialmente-interessados-na-bertrand_76201.html

Comunicação interna entre os membros de Um Outro Portugal

Foi-me solicitado que pensasse em alternativas de comunicação/reuniões/partilha de informação ao blog/fórum, uma vez que há membros que não se sentem à vontade com este tipo de comunicação.

1.
A mais evidente são as reuniões/convívios em casa das pessoas ou espaços públicos. O Paulo Borges vai propôr umas datas alternativas para um primeiro jantar e, a partir daí, cada um dos grupos poderá decidir de que forma querem trabalhar em conjunto.

2.
Outra, também relativamente evidente, é a troca de e-mails entre todos os membros do grupo.

3.
As outras alternativas que existem hoje, gratuitas, e que poupam tempo, tão crucial hoje em dia, são as reuniões na Internet, com partilha de informações e documentos, ou a criação de grupos de trabalho na Internet.

3.a)
A mais recente ferramenta desenvolvida pelo Google é o Google Wave (http://wave.google.com/help/wave/closed.html). Todos os elementos do grupo podem ficar ligados, comunicar e partilhar informação uns com os outros, numa base constante. Ainda está em testes, mas tenho convites que posso enviar e os membros que recebam os convites terão por sua vez acesso a enviar mais convites, pelo que em pouco tempo estaríamos todos ligados.

3.b)
O Google tem também o OpenMeetings (http://code.google.com/p/openmeetings/), que permite marcar as tais reuniões. Este sistema é mesmo só para reuniões.

Os membros podem também sugerir alternativas que aqui não foram consideradas, claro. O que sugiro, para os que não gostam de blogs, é que pensem na alternativa que melhor vos conviria e que enviem essa informação para o email: refundarportugal@gmail.com. A partir daí podemos tentar conjugar os diferentes interesses e necessidades dos membros e apresentar a melhor solução.

Os membros que assim o desejarem, podem dar a sua opinião directamente aqui no blog.

Aproveito para informar que foi instalado o Google Analytics aqui no blog, o que nos vai permitir iniciar então a optimização do posicionamento do blog/fórum nos motores de busca. Os membros que quiserem ter acesso aos dados podem também enviar um email para refundarportugal@gmail.com.

Saudações a todos.

Uma contribuição para o grupo Comunicação

Uma contribuição. Uma reflexão.

Deus não exige de nós nenhum culto; prestamos a nossa homenagem a Deus, entramos em contacto pleno com o Universo, quando desenvolvemos a nossa inteligência e o nosso Amor: um laboratório, uma biblioteca são templos de Deus; uma escola é um templo de Deus, e o mais belo de todos. Todos podemos ser sacerdotes, porque todos temos capacidades de Inteligência e de Amor; e praticamos o mais elevado dos cultos a Deus quando propagamos a cultura, o que significa o derrubamento de todas as barreiras que se opõem ao Espírito.

Agostinho da Silva