Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.
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Debate público com o Dr. Fernando Nobre sobre ecologia, direitos dos animais, consumo de carne e fome no mundo



O Dr. Fernando Nobre, enquanto candidato à Presidência da República, exporá as suas posições sobre a questão ecológica, os direitos dos animais, o consumo de carne e a fome no mundo, num debate público que terá lugar no dia 24 de Junho, 5ª feira, às 18.30, no Anfiteatro IV da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

O moderador será Paulo Borges e a organização é da revista Cultura ENTRE Culturas, com o apoio do Movimento Outro Portugal (Manifesto Refundar Portugal) e do Partido Pelos Animais. Serão dirigidos convites aos demais candidatos para debater as mesmas questões.

A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre haver aceitado o convite para debater publicamente estas questões, de crucial importância no momento actual.

A revista, dedicada ao diálogo intercultural e ao despertar da consciência cívica para as grandes questões mundiais, estará à venda no evento.

Um novo paradigma: o Estado ecológico

"Se se considera a primeira vocação da filosofia política, não me parece exagerado acrescentar esta nova característica do Estado racional: o Estado de direito social e democrático deve integrar também uma dimensão ecológica. Entendo por isso que a conservação dos fundamentos naturais da vida deve constituir uma das funções principais do Estado. Todo o Estado que não cumpra esta tarefa perde a sua legitimidade [...]"

- Vittorio Hösle, Philosophie de la Crise Écologique, tradução de Matthieu Dumont, Marselha, Éditions Wildproject, 2009, p.194.

Quem Quer Arroz Transgénico?

Por um um Outro Portugal, livre de transgénicos.




QUEM QUER ARROZ TRANSGÉNICO?
Manifesta! Hoje, 17 Abril, sábado, às 15h
Praça do Rossio, Lisboa
Aliados, Porto

No dia 17 de Abril vamos fazer homenagem ao arroz doce tradicional e pedir ao Ministro da Agricultura que vote contra a aprovação do arroz transgénico para Portugal e a União Europeia.

A introdução do arroz transgénico na agricultura é a sentença de morte de um alimento essencial, com 8.000 variedades conhecidas e parte integrante do espólio agrícola de Portugal. Mas apesar da resistência dos consumidores e de metade dos Estados-membros, a Comissão Europeia do Durão Barroso está muito empenhada em acalmar a impaciência de megacorporações como a Bayer e a Monsanto e dar as boas-vindas aos alimentos mutantes na Europa.

Ninguém pediu para comer transgénicos. Ninguém precisava de os comer. Quem beneficia a curto prazo com os transgénicos são uma dúzia de gigantes químicos e outra dúzia de produtores de aditivos para fastfood e rações para gado. Quem perde a médio prazo? Todos!

Os transgénicos ameaçam a nossa saúde, o meio ambiente e as economias locais. Contaminam outros cultivos, erodem o solo e destroem a agricultura familiar, agravando a fome no mundo. Como a coexistência com outras formas de produção não é possível, quem diz 'sim' a transgénicos terá de dizer adeus à biodiversidade.

Junte a sua voz à de milhões de consumidores e agricultores que um pouco por todo o mundo assinalam no 17 de Abril o dia internacional da luta contra os transgénicos e as patentes sobre a vida. Venha aos Aliados no Porto ou ao Rossio em Lisboa às 15h, para saborear um arroz doce biológico e animar a Manifesta!, mostrando que o nosso arroz é mais importante que as patentes e os lucros da Bayer.

Mais informações sobre arroz transgénico em www.stopogm.net

Alinhar à esquerda

Transition movement











Colóquio - "Transição para uma Economia e Cultura Pós-carbono"


De hoje a um mês, no dia 10 de Abril, vai ocorrer em Pombal um colóquio sobre as iniciativas de Transição, denominado "Transição para uma Economia e Cultura Pós-carbono".
A transição começa em mim, começa em si, começa em pequenas comunidades locais, começa onde um grupo de pessoas está pronto e consciente da necessidade de mudar atitudes e modos de vida com vista a um decrescimento do consumo, à progressiva independência do petróleo, à interajuda entre as pessoas, à proximidade com a natureza. Começa por quem entende que qualidade de vida não é sinónimo do verbo ter, nem do sedentarismo confortável. Começa por quem entende que a solução parte de cada um de nós, e que chegou a hora de agir.
A transição já começou noutros países. Já começou no Reino Unido, com o paradigmático exemplo de Totnes, e já se estendeu a outras comunidades noutros pontos do país, à Irlanda, ao Canadá, ao Chile, À Nova Zelândia, À Alemanha e ao Japão. No total, existem já 126 comunidades oficialmente designadas como "Cidades de Transição", embora com dimensões muito variáveis.
Transcrevo abaixo o texto introdutório de João Leitão, um dos organizador do evento, que já conhecemos aqui do projecto Coisas do Vizinho. O programa do colóquio encontra-se disponível na rede Permacultura Portugal, também criada pelo João Leitão.

"INTRODUÇÃO
Vivemos desafios sem paralelo na História da Humanidade. Na área da energia, cresce o número de especialistas que considera que chegou ao fim, a era dos combustíveis fósseis baratos e abundantes, factor historicamente essencial ao modelo económico dominante, assente na ideia de expansão económica contínua. Por outro lado, as provas de que vários recursos naturais essenciais à nossa existência no Planeta, como por exemplo, água potável, florestas, biodiversidade, solos aráveis, qualidade mínima do ar, reservas de peixe, clima estável, etc., estão sujeitos a enorme stresse, parecem ser cada vez mais irrefutáveis. No campo da saúde mental, os dados relativos às patologias mais comuns, ligadas às perturbações da ansiedade e às depressões, sugerem que o modelo económico e social que preside à organização da nossa sociedade, deve ser repensado.
O Modelo de Transição afirma que é sobretudo ao nível local, que encontramos a solução para muitas questões que o Séc. XXI nos coloca. As Iniciativas de Transição são também inspiradas pelos princípios éticos e de design da Permacultura. Elas são a prova que a sociedade civil, os cidadãos comuns, têm em si o poder para responder criativamente e com eficácia, nomeadamente, aos desafios do Pico do Petróleo, das Alterações Climáticas, e da Vulnerabilidade Económica. Pombal ou a Região de Leiria podem dar o exemplo em Portugal, inspirando outras localidades e as suas gentes, a abraçar a Transição como uma forma positiva de preparar o futuro das próximas gerações, oferecendo resiliência e optimismo, face a choques externos à comunidade.

OBJECTIVOS DO ENCONTRO
Consciencializar as pessoas para os limites aos crescimento,as alterações climáticas e a dependência da nossa Civilização dos combustíveis fósseis abundantes e baratos; Alertar para a insustentabilidade a médio/longo prazo dos actuais sistemas de produção, distribuição e consumo de bens e serviços; Identificar factores estruturais de mudança: redução energética, uma nova organização do espaço e das relações territoriais, sociais e económicas; Sugerir que estilos de vida com menor consumo energético, cuidado com o Ambiente, e sobretudo mais integrados nas comunidades locais, conduzem à subida dos níveis de bem-estar; Divulgar e sensibilizar para um conjunto de iniciativas em curso de estímulo à mudança de paradigma de desenvolvimento: as Iniciativas de Transição (Transition Towns): porquê, para quê e como?; Partilhar boas práticas existentes que estão de acordo com espírito da Transição no contexto português; Discutir a ideia do desenvolvimento de uma Iniciativa de Transição-piloto no concelho de Pombal: que ameaças e oportunidades, a definição de um conceito, a identificação de parceiros, a dinamização de um grupo de trabalho."

Acordar a Tempo

Da leitura das últimas publicações do blog, dos vídeos que me têm enviado por email nas últimas horas e de um documentário que vi ontem na TV, da Nacional Geografic, por insistência do meu filho de 5 anos (o documentário falava de vírus), percebo uma interessante intersecção, que mais uma vez me vem lembrar a forma como tudo o que existe está interligado... apesar disso, o "Homem Moderno" parece estar cego a esta evidencia e agir como se pudesse controlar todos os fenómenos à sua conveniencia, como controla à distancia os aparelhos de sua casa.

É verdade. Precisamos de um Portugal e um Mundo Novos. Penso que mesmo os mais teimosos sentem isso nas suas entranhas. Apesar disso, as vidas confortáveis que muitos têm tolda-lhes a visão para esta evidencia... e vidas confortáveis proliferam, nos dias de crise de hoje, a uma velocidade igual ou superior às vidas difíceis. Mas aqui, seria importante contextualizar o que se entende por conforto e o que se entende por difícil.

Ter um carro, ter tecnologia de ponta, ter uma boa conta bancária, ter ar condicionado, ter férias no estrangeiro, ter, ter, ter..... a maior parte das vezes, já se confunde o indispensável com o que na realidade é apenas um luxo... e quando se pensa que ter nos traz poder, não se pensa que aquilo que possuímos na realidade nos aprisiona.
Não "perder-tempo", não ficar doente, não sentir dor, não sentir. Faz-se tudo para não se sentir nada, e com isso perde-se o contacto com a natureza animal em nós, que aos poucos nos vai afastando de nós próprios.

O "Homem Moderno" está demasiadamente anestesiado pelas coisas que comprou, ou que quer comprar e está demasiadamente ocupado em ganhar dinheiro para comprar essas coisas, para poder desperdiçar tempo com suas maleitas e sentimentos. É como se sentisse que sem "coisas" a sua existência não tem qualquer sentido. Rodeia-se de "coisas" e afasta-se dos "outros", humanos ou animais; sente-se protegido pelas suas "coisas", quando de facto está a ficar cada vez mais frágil, justamente por causa delas.... já não sabe quem é... já não sabe lidar com as suas emoções... está sozinho num mundo que foi construído à imagem das suas necessidades supérfluas, mas que agora o engole por não conseguir dar resposta às suas necessidades básicas.

Como no caso dos vírus do documentário, que o meu filho me convidou a ver com ele ontem. Parece que, afinal, os vírus não são todos "maus"! Parece que, na realidade, os vírus estão tão intimamente ligados ao processo da evolução das espécies, que se os conseguíssemos matar todos, estaríamos a assinar a sentença de morte a nós próprios. Será? Não sei. Os cientistas que falavam pareciam muito seguros do que diziam, apresentando provas e tudo mais. De qualquer forma, o que mais me impressionou foi encontrar a linha da inter-relação e da impermanência nos factos apontados; encontrar, no discurso empreendido, uma vasta gama de cores, e não apenas o preto e o branco que a sociedade moderna nos quer vender.

Sentimos-nos todos poderosos, quando (julgamos) controlamos as pragas, as doenças, a natureza, mas não nos lembramos nunca que esse sentimento só nos é permitido ter enquanto a natureza, de que fazemos parte, nos deixa... e ficamos sempre surpreendidos quando uma qualquer catástrofe natural nos abate com o mesmo esforço que empreendemos a apagar uma vela.

A solução para estas questões parece tão evidente, tão simples, tão transparente. No entanto, só alguns a conseguem enxergar. O poder económico, o dinheiro, para ser mais clara, é o entrave à visão clara que é necessária, já que ele é avesso à renuncia, ao voltar atrás, ao fazer menos, ao contentar-se com pouco, ao ser feliz simplesmente por ser.

... e enquanto uns se esforçam por acordar os outros, continua o "Homem Moderno" a afundar-se no seu mundo de fantasia onde permanece cada vez mais solitário e desprotegido.

Precisamos de um Novo Portugal e de um Novo Mundo. Precisamos de acordar, todos, a tempo!

Sobre a Cimeira de Copenhaga

"(...) Como forma de combater o excesso de CO2 na atmosfera desenvolveu-se o conceito de mitigação climática.
Todos nós, quer acreditemos em alterações climáticas ou mesmo sendo cépticos a este facto, nos rendemos à plantação de uma árvore. Todos os contos infantis têm bosques e florestas, e quando crescemos são os lugares hidílicos, de fonte de beleza da vida.
No entanto, diferem bastante dos contos de fadas na realidade, em que milhões de hectares são ocupados por eucaliptos ou pinheiros bravos. Desertos verdes, mihares de hectares destas árvores retiram a água do solo, os nutrientes e, expulsam as comunidades indigenas.
A paisagem é também ocupada com enormes torres éolicas, centrais solares, centrais de carvão e nucleares, barragens que impedem os rios de percorrerem o seu caminho milenar. A troco de mais uns neons de publicidade, de incentivo ao consumo e logo, à frustração, destroí-se o que é mais necessário, pelo planeta inteiro.
Enquanto que o excesso de consumo de carne, açucar e óleo é a primeira causa de doenças mortais nos paises ditos ricos, a sua produção é causa de destruição ecológica nos paises pobres. Comunidades são expulsas ou assasinadas para dar lugar a mega produções de soja, cereais, óleo de palma, cana de açucar. Uma familia camponesa que trabalhava o seu sustento em 1 hectar de terra é agora obrigada a trabalhar nestas plantações ou, emigrar para a cidade.
O colonialismo é a marca mais negra da história humana. Este sistema permitiu retirar aos seus legítimos donos todos os recursos naturais, e as suas próprias vidas. Sistema capaz de fazer que comunidades residentes nos seus locais de origem se tornassem comunidades marginais, párias, num estorvo.
Este sistema tem como objectivo esturquir riqueza de forma a criar nos paises um foço maior entre quem-muito-tem e quem-muito-tem-de-fazer-para-ter-o-mínimo. O fosso entre ricos e pobres aprofundou-se tanto que o fundo deste se encontra a bilhões de dólares de profundidade.
Esta cimeira pretendia pintar de verde um sistema que é negro, que se baseia na ganância, no roubo, na violação. A sua base é a expropriação do bem comum, e o seu único objectivo o lucro. (...)"

Texto de Nuno Belchior. Ler mais: http://projecto270.blogspot.com/

Transporte ferroviário

Durante os últimos 30 anos, tem-se assistido, em Portugal, a um desinvestimento e mesmo à destruição da rede ferroviária. Senão vejamos: neste período foram encerradas definitivamente 724 km de linhas férreas; em 1974, a rede ferroviária nacional tinha 3.563 km, enquanto em 2006 a sua extensão era de 2.839 km (segundo números que não confirmei junto de fonte fidedigna, em 2009 seria cerca de 2.500 km).

É algo que, pessoalmente, tenho grandes dificuldades em compreender. É certo que o transporte ferroviário obriga a um constante investimento na conservação e modernização de infra-estruturas e que são necessários elevados investimentos em material circulante, instalações fixas, terminais e equipamentos de carga e de descarga. E que tem menor flexibilidade de rotas e horários.

No entanto, possui uma grande capacidade de transporte, apresenta uma velocidade elevada, realiza o seu tráfego em vias exclusivas e tem um custo operacional baixo em relação ao peso total transportado. Para além disso, é seguro, energeticamente eficiente e é uma alternativa válida a outros meios de transporte mais poluentes, podendo dar uma grande contribuição para a redução do número de automóveis em circulação.

Nem a desculpa de que somos um país demasiado pequeno para rentabilizar o investimento serve. A Suíça é o país com mais passageiros por quilómetro de linha. Transportou, em 2008, 320 milhões de passageiros.

E que dizer de países como o Reino Unido, onde o comboio é uma componente importante do seu turismo? Fá-lo, por exemplo, através das “scenic routes”, onde os passageiros podem desfrutar de paisagens magníficas em marcha mais lenta. Assim se promove o património natural e cultural do país, para além da economia local e nacional.

CODEX ALIMENTARIUS (1 de 7)

Contribuição de Luís Resina: Manifesto para a paz global



O Papel da Crise ao Nível Individual e Global

As mudanças externas que estamos a assistir no mundo funcionam como um catalisador para as mudanças dentro de nós.
Os pressupostos e as demonstrações da física quântica, permitem-nos dizer, que os nossos pensamentos, emoções e actos têm a capacidade de influenciar os átomos da matéria.

O Papel do Sentimento, a Inteligência Emocional

Já foi provado por cientistas que a energia do coração humano gera um campo magnético mais forte 5000 vezes que o cérebro. O sentimento colectivo exerce efeito sobre o campo geomagnético da Terra. Uma mudança no nosso modo de sentir a nós mesmo e ao colectivo, possui o potencial para afectar o nosso mundo no sentido quer subjectivo quer objectivo.
Gregg Barden - “Fractal Time”.

Dirigimo-nos para um ponto de convergência e de aglutinação onde as coisas têm de ser transmutadas, o “Status Quo”, assente na Economia, na Política, na Ciência e na Religião necessita de ser renovado urgentemente.
O estrangulamento do tempo, da economia, dos recursos naturais e de uma vida desvinculada dos ritmos cósmicos tornar-se-á insustentável dentro de poucos anos, a não ser, que voltemos rapidamente o nosso olhar para a Essência que sustêm o Mundo.
Essa Essência apresenta-se sob a forma de Luz (informação e conhecimento), Amor (coesão e sustentabilidade) e Partilha (abundância e alegria), estas serão na minha perspectiva as pedras basilares de uma nova "Ecologia do Ser.

É urgente a construção rápida de novos paradigmas através da prática de um Neo-humanismo assente numa Ecologia do Ser.
Isso implica uma maior solidariedade entre os grupos económicos, políticos, sociais e religiosos, e estes necessitam de estar em sintonia com valores espirituais e universais. A abordagem a este novo tipo de consciência pretende vir a mostrar-se como uma alternativa a um materialismo que tem vindo a exaurir os recursos, não só do planeta como do próprio ser humano. Isso só poderá ser feito por todos aqueles que estão conscientes destes desafios. O objectivo será intuirmos as grandes ideias centrais que servirão de alternativa à crise global , não confinada apenas ao campo económico, mas também à área social, aos valores humanos e à necessidade de implementação de uma nova espiritualidade.

É a hora de acordar o espírito co-criador que reside em cada um de nós!

Manifesto para a Paz Global

Reunidos na cidade de Caracas, Venezuela, em 24 de Novembro de 2002, no marco do Terceiro Encontro da Rede Ibero americana de Luz, foi declarado o seguinte:

Há uma única pátria: o Cosmos.
Há uma única nação: a Terra.
Há uma única família: a Humanidade.
Há uma única verdade: a Vida, expressando-se de acordo com uma ordem superior e infinita.
Há uma única religião: o Amor.
Há uma única essência: a Luz Eterna que gera a vida.
Há uma única ciência: a Universalidade.
Há uma única meta: a Paz em unidade com todos os seres.
Há um único destino: a Evolução.
Há um só tempo: o Acorde dos ritmos naturais.

Este chamado de consciência é dirigido a todas as instâncias nacionais e internacionais, grupos, organizações e pessoas que sabem que um mundo melhor é possível e também àquelas que:

  • Transcendem seus valores trabalhando em si mesmas;
  • Manifestam disposição de serviço à humanidade e ao planeta;
  • Aceitam unir-se a outras pessoas em acções conjuntas;
  • Vinculam-se mediante o poder do pensamento sinérgico;
  • Efectuam a sincronização de propósitos em pensamento, emoção e acção;
  • Geram convergências planetárias de consciência comunicando-se por diferentes meios e sobre diferentes temas afins;
  • Usam seu potencial criador para gerar a aceleração da transformação planetária.

Autor: Luís Resina

E se a ouvissem?...

O acordo de Copenhagen

Aqui está o acordo, para quem estiver interessado:


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Debate público com o Dr. Fernando Nobre sobre ecologia, direitos dos animais, consumo de carne e fome no mundo



O Dr. Fernando Nobre, enquanto candidato à Presidência da República, exporá as suas posições sobre a questão ecológica, os direitos dos animais, o consumo de carne e a fome no mundo, num debate público que terá lugar no dia 24 de Junho, 5ª feira, às 18.30, no Anfiteatro IV da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

O moderador será Paulo Borges e a organização é da revista Cultura ENTRE Culturas, com o apoio do Movimento Outro Portugal (Manifesto Refundar Portugal) e do Partido Pelos Animais. Serão dirigidos convites aos demais candidatos para debater as mesmas questões.

A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre haver aceitado o convite para debater publicamente estas questões, de crucial importância no momento actual.

A revista, dedicada ao diálogo intercultural e ao despertar da consciência cívica para as grandes questões mundiais, estará à venda no evento.

Um novo paradigma: o Estado ecológico

"Se se considera a primeira vocação da filosofia política, não me parece exagerado acrescentar esta nova característica do Estado racional: o Estado de direito social e democrático deve integrar também uma dimensão ecológica. Entendo por isso que a conservação dos fundamentos naturais da vida deve constituir uma das funções principais do Estado. Todo o Estado que não cumpra esta tarefa perde a sua legitimidade [...]"

- Vittorio Hösle, Philosophie de la Crise Écologique, tradução de Matthieu Dumont, Marselha, Éditions Wildproject, 2009, p.194.

Quem Quer Arroz Transgénico?

Por um um Outro Portugal, livre de transgénicos.




QUEM QUER ARROZ TRANSGÉNICO?
Manifesta! Hoje, 17 Abril, sábado, às 15h
Praça do Rossio, Lisboa
Aliados, Porto

No dia 17 de Abril vamos fazer homenagem ao arroz doce tradicional e pedir ao Ministro da Agricultura que vote contra a aprovação do arroz transgénico para Portugal e a União Europeia.

A introdução do arroz transgénico na agricultura é a sentença de morte de um alimento essencial, com 8.000 variedades conhecidas e parte integrante do espólio agrícola de Portugal. Mas apesar da resistência dos consumidores e de metade dos Estados-membros, a Comissão Europeia do Durão Barroso está muito empenhada em acalmar a impaciência de megacorporações como a Bayer e a Monsanto e dar as boas-vindas aos alimentos mutantes na Europa.

Ninguém pediu para comer transgénicos. Ninguém precisava de os comer. Quem beneficia a curto prazo com os transgénicos são uma dúzia de gigantes químicos e outra dúzia de produtores de aditivos para fastfood e rações para gado. Quem perde a médio prazo? Todos!

Os transgénicos ameaçam a nossa saúde, o meio ambiente e as economias locais. Contaminam outros cultivos, erodem o solo e destroem a agricultura familiar, agravando a fome no mundo. Como a coexistência com outras formas de produção não é possível, quem diz 'sim' a transgénicos terá de dizer adeus à biodiversidade.

Junte a sua voz à de milhões de consumidores e agricultores que um pouco por todo o mundo assinalam no 17 de Abril o dia internacional da luta contra os transgénicos e as patentes sobre a vida. Venha aos Aliados no Porto ou ao Rossio em Lisboa às 15h, para saborear um arroz doce biológico e animar a Manifesta!, mostrando que o nosso arroz é mais importante que as patentes e os lucros da Bayer.

Mais informações sobre arroz transgénico em www.stopogm.net

Alinhar à esquerda

Transition movement











Colóquio - "Transição para uma Economia e Cultura Pós-carbono"


De hoje a um mês, no dia 10 de Abril, vai ocorrer em Pombal um colóquio sobre as iniciativas de Transição, denominado "Transição para uma Economia e Cultura Pós-carbono".
A transição começa em mim, começa em si, começa em pequenas comunidades locais, começa onde um grupo de pessoas está pronto e consciente da necessidade de mudar atitudes e modos de vida com vista a um decrescimento do consumo, à progressiva independência do petróleo, à interajuda entre as pessoas, à proximidade com a natureza. Começa por quem entende que qualidade de vida não é sinónimo do verbo ter, nem do sedentarismo confortável. Começa por quem entende que a solução parte de cada um de nós, e que chegou a hora de agir.
A transição já começou noutros países. Já começou no Reino Unido, com o paradigmático exemplo de Totnes, e já se estendeu a outras comunidades noutros pontos do país, à Irlanda, ao Canadá, ao Chile, À Nova Zelândia, À Alemanha e ao Japão. No total, existem já 126 comunidades oficialmente designadas como "Cidades de Transição", embora com dimensões muito variáveis.
Transcrevo abaixo o texto introdutório de João Leitão, um dos organizador do evento, que já conhecemos aqui do projecto Coisas do Vizinho. O programa do colóquio encontra-se disponível na rede Permacultura Portugal, também criada pelo João Leitão.

"INTRODUÇÃO
Vivemos desafios sem paralelo na História da Humanidade. Na área da energia, cresce o número de especialistas que considera que chegou ao fim, a era dos combustíveis fósseis baratos e abundantes, factor historicamente essencial ao modelo económico dominante, assente na ideia de expansão económica contínua. Por outro lado, as provas de que vários recursos naturais essenciais à nossa existência no Planeta, como por exemplo, água potável, florestas, biodiversidade, solos aráveis, qualidade mínima do ar, reservas de peixe, clima estável, etc., estão sujeitos a enorme stresse, parecem ser cada vez mais irrefutáveis. No campo da saúde mental, os dados relativos às patologias mais comuns, ligadas às perturbações da ansiedade e às depressões, sugerem que o modelo económico e social que preside à organização da nossa sociedade, deve ser repensado.
O Modelo de Transição afirma que é sobretudo ao nível local, que encontramos a solução para muitas questões que o Séc. XXI nos coloca. As Iniciativas de Transição são também inspiradas pelos princípios éticos e de design da Permacultura. Elas são a prova que a sociedade civil, os cidadãos comuns, têm em si o poder para responder criativamente e com eficácia, nomeadamente, aos desafios do Pico do Petróleo, das Alterações Climáticas, e da Vulnerabilidade Económica. Pombal ou a Região de Leiria podem dar o exemplo em Portugal, inspirando outras localidades e as suas gentes, a abraçar a Transição como uma forma positiva de preparar o futuro das próximas gerações, oferecendo resiliência e optimismo, face a choques externos à comunidade.

OBJECTIVOS DO ENCONTRO
Consciencializar as pessoas para os limites aos crescimento,as alterações climáticas e a dependência da nossa Civilização dos combustíveis fósseis abundantes e baratos; Alertar para a insustentabilidade a médio/longo prazo dos actuais sistemas de produção, distribuição e consumo de bens e serviços; Identificar factores estruturais de mudança: redução energética, uma nova organização do espaço e das relações territoriais, sociais e económicas; Sugerir que estilos de vida com menor consumo energético, cuidado com o Ambiente, e sobretudo mais integrados nas comunidades locais, conduzem à subida dos níveis de bem-estar; Divulgar e sensibilizar para um conjunto de iniciativas em curso de estímulo à mudança de paradigma de desenvolvimento: as Iniciativas de Transição (Transition Towns): porquê, para quê e como?; Partilhar boas práticas existentes que estão de acordo com espírito da Transição no contexto português; Discutir a ideia do desenvolvimento de uma Iniciativa de Transição-piloto no concelho de Pombal: que ameaças e oportunidades, a definição de um conceito, a identificação de parceiros, a dinamização de um grupo de trabalho."

Acordar a Tempo

Da leitura das últimas publicações do blog, dos vídeos que me têm enviado por email nas últimas horas e de um documentário que vi ontem na TV, da Nacional Geografic, por insistência do meu filho de 5 anos (o documentário falava de vírus), percebo uma interessante intersecção, que mais uma vez me vem lembrar a forma como tudo o que existe está interligado... apesar disso, o "Homem Moderno" parece estar cego a esta evidencia e agir como se pudesse controlar todos os fenómenos à sua conveniencia, como controla à distancia os aparelhos de sua casa.

É verdade. Precisamos de um Portugal e um Mundo Novos. Penso que mesmo os mais teimosos sentem isso nas suas entranhas. Apesar disso, as vidas confortáveis que muitos têm tolda-lhes a visão para esta evidencia... e vidas confortáveis proliferam, nos dias de crise de hoje, a uma velocidade igual ou superior às vidas difíceis. Mas aqui, seria importante contextualizar o que se entende por conforto e o que se entende por difícil.

Ter um carro, ter tecnologia de ponta, ter uma boa conta bancária, ter ar condicionado, ter férias no estrangeiro, ter, ter, ter..... a maior parte das vezes, já se confunde o indispensável com o que na realidade é apenas um luxo... e quando se pensa que ter nos traz poder, não se pensa que aquilo que possuímos na realidade nos aprisiona.
Não "perder-tempo", não ficar doente, não sentir dor, não sentir. Faz-se tudo para não se sentir nada, e com isso perde-se o contacto com a natureza animal em nós, que aos poucos nos vai afastando de nós próprios.

O "Homem Moderno" está demasiadamente anestesiado pelas coisas que comprou, ou que quer comprar e está demasiadamente ocupado em ganhar dinheiro para comprar essas coisas, para poder desperdiçar tempo com suas maleitas e sentimentos. É como se sentisse que sem "coisas" a sua existência não tem qualquer sentido. Rodeia-se de "coisas" e afasta-se dos "outros", humanos ou animais; sente-se protegido pelas suas "coisas", quando de facto está a ficar cada vez mais frágil, justamente por causa delas.... já não sabe quem é... já não sabe lidar com as suas emoções... está sozinho num mundo que foi construído à imagem das suas necessidades supérfluas, mas que agora o engole por não conseguir dar resposta às suas necessidades básicas.

Como no caso dos vírus do documentário, que o meu filho me convidou a ver com ele ontem. Parece que, afinal, os vírus não são todos "maus"! Parece que, na realidade, os vírus estão tão intimamente ligados ao processo da evolução das espécies, que se os conseguíssemos matar todos, estaríamos a assinar a sentença de morte a nós próprios. Será? Não sei. Os cientistas que falavam pareciam muito seguros do que diziam, apresentando provas e tudo mais. De qualquer forma, o que mais me impressionou foi encontrar a linha da inter-relação e da impermanência nos factos apontados; encontrar, no discurso empreendido, uma vasta gama de cores, e não apenas o preto e o branco que a sociedade moderna nos quer vender.

Sentimos-nos todos poderosos, quando (julgamos) controlamos as pragas, as doenças, a natureza, mas não nos lembramos nunca que esse sentimento só nos é permitido ter enquanto a natureza, de que fazemos parte, nos deixa... e ficamos sempre surpreendidos quando uma qualquer catástrofe natural nos abate com o mesmo esforço que empreendemos a apagar uma vela.

A solução para estas questões parece tão evidente, tão simples, tão transparente. No entanto, só alguns a conseguem enxergar. O poder económico, o dinheiro, para ser mais clara, é o entrave à visão clara que é necessária, já que ele é avesso à renuncia, ao voltar atrás, ao fazer menos, ao contentar-se com pouco, ao ser feliz simplesmente por ser.

... e enquanto uns se esforçam por acordar os outros, continua o "Homem Moderno" a afundar-se no seu mundo de fantasia onde permanece cada vez mais solitário e desprotegido.

Precisamos de um Novo Portugal e de um Novo Mundo. Precisamos de acordar, todos, a tempo!

Sobre a Cimeira de Copenhaga

"(...) Como forma de combater o excesso de CO2 na atmosfera desenvolveu-se o conceito de mitigação climática.
Todos nós, quer acreditemos em alterações climáticas ou mesmo sendo cépticos a este facto, nos rendemos à plantação de uma árvore. Todos os contos infantis têm bosques e florestas, e quando crescemos são os lugares hidílicos, de fonte de beleza da vida.
No entanto, diferem bastante dos contos de fadas na realidade, em que milhões de hectares são ocupados por eucaliptos ou pinheiros bravos. Desertos verdes, mihares de hectares destas árvores retiram a água do solo, os nutrientes e, expulsam as comunidades indigenas.
A paisagem é também ocupada com enormes torres éolicas, centrais solares, centrais de carvão e nucleares, barragens que impedem os rios de percorrerem o seu caminho milenar. A troco de mais uns neons de publicidade, de incentivo ao consumo e logo, à frustração, destroí-se o que é mais necessário, pelo planeta inteiro.
Enquanto que o excesso de consumo de carne, açucar e óleo é a primeira causa de doenças mortais nos paises ditos ricos, a sua produção é causa de destruição ecológica nos paises pobres. Comunidades são expulsas ou assasinadas para dar lugar a mega produções de soja, cereais, óleo de palma, cana de açucar. Uma familia camponesa que trabalhava o seu sustento em 1 hectar de terra é agora obrigada a trabalhar nestas plantações ou, emigrar para a cidade.
O colonialismo é a marca mais negra da história humana. Este sistema permitiu retirar aos seus legítimos donos todos os recursos naturais, e as suas próprias vidas. Sistema capaz de fazer que comunidades residentes nos seus locais de origem se tornassem comunidades marginais, párias, num estorvo.
Este sistema tem como objectivo esturquir riqueza de forma a criar nos paises um foço maior entre quem-muito-tem e quem-muito-tem-de-fazer-para-ter-o-mínimo. O fosso entre ricos e pobres aprofundou-se tanto que o fundo deste se encontra a bilhões de dólares de profundidade.
Esta cimeira pretendia pintar de verde um sistema que é negro, que se baseia na ganância, no roubo, na violação. A sua base é a expropriação do bem comum, e o seu único objectivo o lucro. (...)"

Texto de Nuno Belchior. Ler mais: http://projecto270.blogspot.com/

Transporte ferroviário

Durante os últimos 30 anos, tem-se assistido, em Portugal, a um desinvestimento e mesmo à destruição da rede ferroviária. Senão vejamos: neste período foram encerradas definitivamente 724 km de linhas férreas; em 1974, a rede ferroviária nacional tinha 3.563 km, enquanto em 2006 a sua extensão era de 2.839 km (segundo números que não confirmei junto de fonte fidedigna, em 2009 seria cerca de 2.500 km).

É algo que, pessoalmente, tenho grandes dificuldades em compreender. É certo que o transporte ferroviário obriga a um constante investimento na conservação e modernização de infra-estruturas e que são necessários elevados investimentos em material circulante, instalações fixas, terminais e equipamentos de carga e de descarga. E que tem menor flexibilidade de rotas e horários.

No entanto, possui uma grande capacidade de transporte, apresenta uma velocidade elevada, realiza o seu tráfego em vias exclusivas e tem um custo operacional baixo em relação ao peso total transportado. Para além disso, é seguro, energeticamente eficiente e é uma alternativa válida a outros meios de transporte mais poluentes, podendo dar uma grande contribuição para a redução do número de automóveis em circulação.

Nem a desculpa de que somos um país demasiado pequeno para rentabilizar o investimento serve. A Suíça é o país com mais passageiros por quilómetro de linha. Transportou, em 2008, 320 milhões de passageiros.

E que dizer de países como o Reino Unido, onde o comboio é uma componente importante do seu turismo? Fá-lo, por exemplo, através das “scenic routes”, onde os passageiros podem desfrutar de paisagens magníficas em marcha mais lenta. Assim se promove o património natural e cultural do país, para além da economia local e nacional.

CODEX ALIMENTARIUS (1 de 7)

Contribuição de Luís Resina: Manifesto para a paz global



O Papel da Crise ao Nível Individual e Global

As mudanças externas que estamos a assistir no mundo funcionam como um catalisador para as mudanças dentro de nós.
Os pressupostos e as demonstrações da física quântica, permitem-nos dizer, que os nossos pensamentos, emoções e actos têm a capacidade de influenciar os átomos da matéria.

O Papel do Sentimento, a Inteligência Emocional

Já foi provado por cientistas que a energia do coração humano gera um campo magnético mais forte 5000 vezes que o cérebro. O sentimento colectivo exerce efeito sobre o campo geomagnético da Terra. Uma mudança no nosso modo de sentir a nós mesmo e ao colectivo, possui o potencial para afectar o nosso mundo no sentido quer subjectivo quer objectivo.
Gregg Barden - “Fractal Time”.

Dirigimo-nos para um ponto de convergência e de aglutinação onde as coisas têm de ser transmutadas, o “Status Quo”, assente na Economia, na Política, na Ciência e na Religião necessita de ser renovado urgentemente.
O estrangulamento do tempo, da economia, dos recursos naturais e de uma vida desvinculada dos ritmos cósmicos tornar-se-á insustentável dentro de poucos anos, a não ser, que voltemos rapidamente o nosso olhar para a Essência que sustêm o Mundo.
Essa Essência apresenta-se sob a forma de Luz (informação e conhecimento), Amor (coesão e sustentabilidade) e Partilha (abundância e alegria), estas serão na minha perspectiva as pedras basilares de uma nova "Ecologia do Ser.

É urgente a construção rápida de novos paradigmas através da prática de um Neo-humanismo assente numa Ecologia do Ser.
Isso implica uma maior solidariedade entre os grupos económicos, políticos, sociais e religiosos, e estes necessitam de estar em sintonia com valores espirituais e universais. A abordagem a este novo tipo de consciência pretende vir a mostrar-se como uma alternativa a um materialismo que tem vindo a exaurir os recursos, não só do planeta como do próprio ser humano. Isso só poderá ser feito por todos aqueles que estão conscientes destes desafios. O objectivo será intuirmos as grandes ideias centrais que servirão de alternativa à crise global , não confinada apenas ao campo económico, mas também à área social, aos valores humanos e à necessidade de implementação de uma nova espiritualidade.

É a hora de acordar o espírito co-criador que reside em cada um de nós!

Manifesto para a Paz Global

Reunidos na cidade de Caracas, Venezuela, em 24 de Novembro de 2002, no marco do Terceiro Encontro da Rede Ibero americana de Luz, foi declarado o seguinte:

Há uma única pátria: o Cosmos.
Há uma única nação: a Terra.
Há uma única família: a Humanidade.
Há uma única verdade: a Vida, expressando-se de acordo com uma ordem superior e infinita.
Há uma única religião: o Amor.
Há uma única essência: a Luz Eterna que gera a vida.
Há uma única ciência: a Universalidade.
Há uma única meta: a Paz em unidade com todos os seres.
Há um único destino: a Evolução.
Há um só tempo: o Acorde dos ritmos naturais.

Este chamado de consciência é dirigido a todas as instâncias nacionais e internacionais, grupos, organizações e pessoas que sabem que um mundo melhor é possível e também àquelas que:

  • Transcendem seus valores trabalhando em si mesmas;
  • Manifestam disposição de serviço à humanidade e ao planeta;
  • Aceitam unir-se a outras pessoas em acções conjuntas;
  • Vinculam-se mediante o poder do pensamento sinérgico;
  • Efectuam a sincronização de propósitos em pensamento, emoção e acção;
  • Geram convergências planetárias de consciência comunicando-se por diferentes meios e sobre diferentes temas afins;
  • Usam seu potencial criador para gerar a aceleração da transformação planetária.

Autor: Luís Resina

E se a ouvissem?...

O acordo de Copenhagen

Aqui está o acordo, para quem estiver interessado: