Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.
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Mitos Climáticos no Expresso da Meia-Noite

Muita controvérsia científica existia sobre o tema do CO2, alterações climáticas e temas afins, mas sobretudo desde o chamado "Climategate" que foi dado aos chamados cépticos uma outra atenção sobre a real ciência que sustenta o "Al Gore". De facto, temos agora variados exemplos, desde a queixa-crime apresentada pelo weather channel ao Al Gore a inclusivamente se falar em Hollywood de se lhe retirar o Óscar. Ao mesmo tempo, os cientistas que tanto haviam pregado a ciência "pró-carbono" estão agora um pouco mais discretos. E, de repente, surge informação que não só mostra que o carbono não é uma causa - como é enganador.

É importante percebermos que toda a indústria do carbono foi sustentada por um grande lobby que misturou Ambientalismo, Poluição e Clima. O facto é que cientificamente nada sustenta o carbono. Nem que seja porque está registado na Idade Média um período com mais concentração de carbono na terra que no actual. E, de facto, para a natureza em geral o aumento da concentração de carbono é bom: permite um maior florescimento do mundo vegetal.

Isto não exclui a natural preocupação com a destruição de habitats e recursos naturais, ou até mesmo a questão de gases realmente perigosos como o Metano. Muito menos a necessária reconversão energética e desenvolvimento de uma economia social sustentável global. Mas, de facto, a ideia que se tira de Copenhaga é simplesmente não só um novo imposto, como ainda uma factura que o "mundo desenvolvido" terá de pagar ao 3º Mundo. Nós ficaremos mais pobres, mais limitados; em África terão mais dinheiro para vir cá comprar produtos e serviços. E o ciclo continua.

Convido a ouvir o Rui G. Moura, que apresenta na Sic Notícias uma visão real e científica do que se está a passar. Não da política, não da economia: Científica.



mais em: http://mitos-climaticos.blogspot.com

Sobre a Cimeira de Copenhaga

"(...) Como forma de combater o excesso de CO2 na atmosfera desenvolveu-se o conceito de mitigação climática.
Todos nós, quer acreditemos em alterações climáticas ou mesmo sendo cépticos a este facto, nos rendemos à plantação de uma árvore. Todos os contos infantis têm bosques e florestas, e quando crescemos são os lugares hidílicos, de fonte de beleza da vida.
No entanto, diferem bastante dos contos de fadas na realidade, em que milhões de hectares são ocupados por eucaliptos ou pinheiros bravos. Desertos verdes, mihares de hectares destas árvores retiram a água do solo, os nutrientes e, expulsam as comunidades indigenas.
A paisagem é também ocupada com enormes torres éolicas, centrais solares, centrais de carvão e nucleares, barragens que impedem os rios de percorrerem o seu caminho milenar. A troco de mais uns neons de publicidade, de incentivo ao consumo e logo, à frustração, destroí-se o que é mais necessário, pelo planeta inteiro.
Enquanto que o excesso de consumo de carne, açucar e óleo é a primeira causa de doenças mortais nos paises ditos ricos, a sua produção é causa de destruição ecológica nos paises pobres. Comunidades são expulsas ou assasinadas para dar lugar a mega produções de soja, cereais, óleo de palma, cana de açucar. Uma familia camponesa que trabalhava o seu sustento em 1 hectar de terra é agora obrigada a trabalhar nestas plantações ou, emigrar para a cidade.
O colonialismo é a marca mais negra da história humana. Este sistema permitiu retirar aos seus legítimos donos todos os recursos naturais, e as suas próprias vidas. Sistema capaz de fazer que comunidades residentes nos seus locais de origem se tornassem comunidades marginais, párias, num estorvo.
Este sistema tem como objectivo esturquir riqueza de forma a criar nos paises um foço maior entre quem-muito-tem e quem-muito-tem-de-fazer-para-ter-o-mínimo. O fosso entre ricos e pobres aprofundou-se tanto que o fundo deste se encontra a bilhões de dólares de profundidade.
Esta cimeira pretendia pintar de verde um sistema que é negro, que se baseia na ganância, no roubo, na violação. A sua base é a expropriação do bem comum, e o seu único objectivo o lucro. (...)"

Texto de Nuno Belchior. Ler mais: http://projecto270.blogspot.com/

A actual civilização cumpre o seu destino: ser a condição galopante da sua própria impossibilidade

O fracasso da cimeira de Copenhaga torna evidente que os estados nacionais e os poderes político-económicos mundiais não servem os interesses da população humana e dos seres vivos e sencientes no planeta.

A actual civilização cumpre o seu destino: ser a condição galopante da sua própria impossibilidade. O que é uma excelente notícia, não fora o sofrimento que causa e causará a milhões de seres...

umoutroportugal.blogspot.com

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Mitos Climáticos no Expresso da Meia-Noite

Muita controvérsia científica existia sobre o tema do CO2, alterações climáticas e temas afins, mas sobretudo desde o chamado "Climategate" que foi dado aos chamados cépticos uma outra atenção sobre a real ciência que sustenta o "Al Gore". De facto, temos agora variados exemplos, desde a queixa-crime apresentada pelo weather channel ao Al Gore a inclusivamente se falar em Hollywood de se lhe retirar o Óscar. Ao mesmo tempo, os cientistas que tanto haviam pregado a ciência "pró-carbono" estão agora um pouco mais discretos. E, de repente, surge informação que não só mostra que o carbono não é uma causa - como é enganador.

É importante percebermos que toda a indústria do carbono foi sustentada por um grande lobby que misturou Ambientalismo, Poluição e Clima. O facto é que cientificamente nada sustenta o carbono. Nem que seja porque está registado na Idade Média um período com mais concentração de carbono na terra que no actual. E, de facto, para a natureza em geral o aumento da concentração de carbono é bom: permite um maior florescimento do mundo vegetal.

Isto não exclui a natural preocupação com a destruição de habitats e recursos naturais, ou até mesmo a questão de gases realmente perigosos como o Metano. Muito menos a necessária reconversão energética e desenvolvimento de uma economia social sustentável global. Mas, de facto, a ideia que se tira de Copenhaga é simplesmente não só um novo imposto, como ainda uma factura que o "mundo desenvolvido" terá de pagar ao 3º Mundo. Nós ficaremos mais pobres, mais limitados; em África terão mais dinheiro para vir cá comprar produtos e serviços. E o ciclo continua.

Convido a ouvir o Rui G. Moura, que apresenta na Sic Notícias uma visão real e científica do que se está a passar. Não da política, não da economia: Científica.



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Sobre a Cimeira de Copenhaga

"(...) Como forma de combater o excesso de CO2 na atmosfera desenvolveu-se o conceito de mitigação climática.
Todos nós, quer acreditemos em alterações climáticas ou mesmo sendo cépticos a este facto, nos rendemos à plantação de uma árvore. Todos os contos infantis têm bosques e florestas, e quando crescemos são os lugares hidílicos, de fonte de beleza da vida.
No entanto, diferem bastante dos contos de fadas na realidade, em que milhões de hectares são ocupados por eucaliptos ou pinheiros bravos. Desertos verdes, mihares de hectares destas árvores retiram a água do solo, os nutrientes e, expulsam as comunidades indigenas.
A paisagem é também ocupada com enormes torres éolicas, centrais solares, centrais de carvão e nucleares, barragens que impedem os rios de percorrerem o seu caminho milenar. A troco de mais uns neons de publicidade, de incentivo ao consumo e logo, à frustração, destroí-se o que é mais necessário, pelo planeta inteiro.
Enquanto que o excesso de consumo de carne, açucar e óleo é a primeira causa de doenças mortais nos paises ditos ricos, a sua produção é causa de destruição ecológica nos paises pobres. Comunidades são expulsas ou assasinadas para dar lugar a mega produções de soja, cereais, óleo de palma, cana de açucar. Uma familia camponesa que trabalhava o seu sustento em 1 hectar de terra é agora obrigada a trabalhar nestas plantações ou, emigrar para a cidade.
O colonialismo é a marca mais negra da história humana. Este sistema permitiu retirar aos seus legítimos donos todos os recursos naturais, e as suas próprias vidas. Sistema capaz de fazer que comunidades residentes nos seus locais de origem se tornassem comunidades marginais, párias, num estorvo.
Este sistema tem como objectivo esturquir riqueza de forma a criar nos paises um foço maior entre quem-muito-tem e quem-muito-tem-de-fazer-para-ter-o-mínimo. O fosso entre ricos e pobres aprofundou-se tanto que o fundo deste se encontra a bilhões de dólares de profundidade.
Esta cimeira pretendia pintar de verde um sistema que é negro, que se baseia na ganância, no roubo, na violação. A sua base é a expropriação do bem comum, e o seu único objectivo o lucro. (...)"

Texto de Nuno Belchior. Ler mais: http://projecto270.blogspot.com/

A actual civilização cumpre o seu destino: ser a condição galopante da sua própria impossibilidade

O fracasso da cimeira de Copenhaga torna evidente que os estados nacionais e os poderes político-económicos mundiais não servem os interesses da população humana e dos seres vivos e sencientes no planeta.

A actual civilização cumpre o seu destino: ser a condição galopante da sua própria impossibilidade. O que é uma excelente notícia, não fora o sofrimento que causa e causará a milhões de seres...

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