Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.
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Filosofia para Crianças

«Como pode haver aprendizagem se não houver desafio? Não será uma tal pusilanimidade educacional a grande responsável pela extinção da vontade de fazer perguntas, de que toda a criança é portadora? Por que razão é que a "idade dos porquês" é uma efémera idade na maioria dos cidadãos? Será porque a escola dá suficientes respostas ou porque não estimula ou, mesmo, sufoca a maioria das perguntas?» Noémia Rolla - Filosofia para Crianças (Porto Editora)

http://www.wook.pt/ficha/filosofia-para-criancas/a/id/132894

Agostinho da Silva: da educação como "técnicas de fabricar adultos pelo assassínio das crianças"

"[referindo-se à revolução industrial inglesa] De então para diante em nada mais se mudou, na grande massa de educação, senão nas técnicas de fabricar adultos pelo assassínio das crianças; a humanidade de jeito ocidental pratica em grande escala o infanticídio de espírito, apenas o punindo quando é físico porque isso lhe rouba definitivamente a matéria prima do adulto. Aquelas crianças que várias vezes Fernando Pessoa apontou como a melhor coisa que há no mundo, aquele Menino eternamente criança e humano que era para Alberto Caeiro o Deus verdadeiro e supremo que faltava no universo, a essas diariamente as sacrificam as nossas escolas, diariamente as crucificam, diariamente as imolam nas aras da Eficiência”
– Agostinho da Silva, Um Fernando Pessoa [1959], in Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I, p.115.

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Filosofia para Crianças

«Como pode haver aprendizagem se não houver desafio? Não será uma tal pusilanimidade educacional a grande responsável pela extinção da vontade de fazer perguntas, de que toda a criança é portadora? Por que razão é que a "idade dos porquês" é uma efémera idade na maioria dos cidadãos? Será porque a escola dá suficientes respostas ou porque não estimula ou, mesmo, sufoca a maioria das perguntas?» Noémia Rolla - Filosofia para Crianças (Porto Editora)

http://www.wook.pt/ficha/filosofia-para-criancas/a/id/132894

Agostinho da Silva: da educação como "técnicas de fabricar adultos pelo assassínio das crianças"

"[referindo-se à revolução industrial inglesa] De então para diante em nada mais se mudou, na grande massa de educação, senão nas técnicas de fabricar adultos pelo assassínio das crianças; a humanidade de jeito ocidental pratica em grande escala o infanticídio de espírito, apenas o punindo quando é físico porque isso lhe rouba definitivamente a matéria prima do adulto. Aquelas crianças que várias vezes Fernando Pessoa apontou como a melhor coisa que há no mundo, aquele Menino eternamente criança e humano que era para Alberto Caeiro o Deus verdadeiro e supremo que faltava no universo, a essas diariamente as sacrificam as nossas escolas, diariamente as crucificam, diariamente as imolam nas aras da Eficiência”
– Agostinho da Silva, Um Fernando Pessoa [1959], in Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I, p.115.