Um espaço para reinventar Portugal como nação de todo o Mundo, que estabeleça pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, culturas e civilizações e promova os valores mais universalistas, conforme o símbolo da Esfera Armilar. Há que visar o melhor possível para todos, uma cultura da paz, da compreensão e da fraternidade à escala planetária, orientada não só para o bem da espécie humana, mas também para a preservação da natureza e o bem-estar de todas as formas de vida sencientes.

"Nós, Portugal, o poder ser"

- Fernando Pessoa, Mensagem.

A "política" da meditação

A atividade ‘política’ que é meditar
Se podemos alcançar estado desperto não-dual e não-conceitual na meditação, estamos engajados em uma profunda atividade “política”, mesmo que possamos perder essa consciência nos períodos em que não estamos formalmente meditando (o estado desperto de Buda na pós-meditação é o mesmo durante a meditação).

Meditar em estado desperto não-dual e não-conceitual, que é meditar no dharmadatu, imediatamente começa a destruir de modo sistemático em nós a estrutura da consciência dualista com todos os obscurecimentos cognitivos e emoções aflitivas auxiliares. Do ponto de vista da dualidade, já que essa consciência dualista também envolve outros seres sencientes, que são o outro pólo da nossa dualidade, nossa atividade em dissolver essa consciência tem um impacto profundo neles também.

Enquanto nossa meditação não-dualista e não-conceitual está purificando nossos próprios obscurecimentos e aflições, e assim transformando nossa vivência pessoal dos outros, ela também se torna uma faísca da atividade de Buda para esses outros. Assim que nossa meditação se torna eficaz, a atitude dos outros em relação a nós começa a mudar, e eles mesmos começam a se voltar para dentro para procurar com mais consciência entre as coisas de suas mentes e vidas por soluções espirituais para os problemas.

E assim que o poder de nossa meditação aumenta, esse efeito alcança círculos concêntricos cada vez maiores de seres sencientes com quem temos interdependência cármica, que hoje nesta era incluem não apenas nossos mais próximos amigos, parentes, colegas de trabalho e da comunidade, mas também qualquer ser a quem estejamos conectados através de toda a interface de nossas vidas.

Khenchen Thrangu Rinpoche (Tibete, 1933 ~)
“The Ninth Karmapa’s Ocean of Definitive Meaning”
(Dharma Quote of The Week – Snow Lion, 24/06/2010)

30 de junho de 2010 | Tags: interdependência, meditação

Aceitam?

Não aceito!
.... e vocês?

http://docs.google.com/present/view?id=ddsf55ft_0pvt4wxg7&interval=10&autoStart=true&loop=true

.

Educação Intuitiva

Mais um dado para reflexão acerca da forma como educamos e da forma como deveriam ser educadas nossas crianças, os adultos de amanhã.
E, como venho defendendo, estando a educação completamente infiltrada na saúde (no mínimo) mental dos indivíduos, servirá também para reflexão acerca da forma como entendemos a saúde actualmente: saúde infantil, saúde escolar, saúde familiar, saúde laboral.....

Basicamente, o conceito de educação intuitiva parte do pressuposto de que todos sem excepção, como animais procriadores que somos, sabemos como devemos responder, em cada momento, às solicitações de nossas crias/filhos/crianças. Sabemos ver, escutar, sentir, reagir.... proteger. Porque somos pais, mas também porque já fomos crianças um dia.

Parece simples, mas actualmente a nossa intuição está muitas vezes abafada pelo factor social e, sobretudo, pelo que é socialmente aceite e socialmente determinado.

São 8 os princípios da educação intuitiva, que passo a enunciar:

Preparação para o parto, que inclua a componente afectiva e emocional do estar grávida, parir e ser mãe/pai

Alimentar com amor e respeito, em todas as idades, sem a "ditadura" do relógio; alimentar com comida, mas também com afectos

Responder às necessidades emocionais da criança, quando chora, quando tem medo, quando pede colo.... perceber o que ela sente e ajuda-la a recuperar o equilíbrio interno, para que se sinta segura

Promover contacto físico: abraçar, beijar, tocar.... o colo e o amor nunca são demais e são o melhor remédio que existe para qualquer tipo de dor

Assegurar um sono seguro, física e emocionalmente.... partilhar o sono não é algo perigoso, como geralmente tendemos a pensar, desde que sejam cumpridas algumas regras muito simples

Evitar separações prolongadas: os filhos precisam dos pais, da presença dos pais, do cheiro dos pais

Praticar a disciplina positiva... disciplina de discípulo: aquele que segue o exemplo de quem ensina

Procurar o equilíbrio familiar: nossos filhos só estão bem, quando nós estamos bem; não há volta a dar a isto!

Convido-vos a conhecerem melhor o conceito científico do termo:

http://www.rituaismaternos.com/educacao-intuitiva/
http://apilisboa.blogspot.com/2008/07/os-oito-princpios-da-educao-intuitiva.html

.

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/robert_thurman_on_compassion.html

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/robert_thurman_on_compassion.html

Generalidades

Nos últimos anos do século passado, fruto do desenvolvimento das sociedades humanas, preparávamo-nos para melhores níveis de qualidade de vida. O desenvolvimento da ciência e da técnica permitiam-nos sonhar com o controle da explosão demográfica, com a eliminação da pobreza, com uma redução substancial do número de horas de trabalho.

Sobretudo nos países mais desenvolvidos, mas um pouco por todo o mundo, fomos assistindo a um extraordinário incremento da protecção social, desenvolveu-se a saúde, aumentou-se a esperança média de vida, tentou-se eliminar, ou pelo menos, reduzir o trabalho infantil. O grande desenvolvimento das novas tecnologias e, de alguma forma, a substituição do homem pela máquina, indiciavam um mundo mais livre, onde o lazer e a criatividade se oporiam a um mundo de grande dependência face ao processo produtivo.

A ruína dos socialismos a leste, a queda do muro de Berlim e uma consequente maior democratização do mundo, foram vistas associadas a essa vitória das liberdades essenciais. O liberalismo assumiu-se, então, como o sistema político de excelência, tudo justificado pela vitória na "Guerra Fria" dos aliados ocidentais.

Mas, afinal, a grande supremacia acalentada pelas democracias ocidentais era mais frágil do que parecia. A crise económica depressa se fez anunciar. O capitalismo financeiro com facilidade se instalou nos centros de poder e o desenvolvimento social a que fomos assistindo na segunda metade do século XX, depressa começou a ser atacado.

Regressou o fantasma do equilíbrio demográfico, agora revelado, no ocidente, pela diminuição das taxas de natalidade e consequente envelhecimento das populações. O sistema de segurança social é posto em causa. O desemprego atinge percentagens que há muito não se via. Torna-se necessário trabalhar mais, produzir mais, competir mais, exportar mais, porque se destruíram as finanças públicas e, mesmo assim não chega, porque as potências emergentes (China, Brasil…) desenvolvem-se a um ritmo que ameaça a hegemonia ocidental e com facilidade nos ganham nas trocas comerciais, mesmo com a Organização Mundial do Comércio a dificultar-lhes a manobra.

E, nisto tudo, onde ficarão os grandes desequilíbrios ecológicos, as alterações climáticas, o esgotamento de recursos do planeta, a devastação florestal, a poluição dos rios e dos mares, a enorme acumulação de lixos vários, os direitos humanos, os direitos dos animais, a necessidade de uma alimentação saudável, de uma calma mental, de uma filosofia justa e, delírio dos delírios, o merecimento de conquistar a Vida para lá da morte?

O mundo está em rápida mudança, o debate está em aberto. Uma maior consciência cívica é necessária. A participação dos cidadãos é fundamental. O espírito democrático precisa substanciar-se. A organização política precisa de se merecer. Precisamos de saber sentar-nos a uma mesma mesa e aprender a conversar em vez de discutir.

É por isso que esta nossa parte do Estudo Geral(VER AQUI) aposta num espírito plural onde todos caibam. E se aprendemos com profetas e ascetas, com Cristo e Buda, que é o amor altruísta, o amor ao próximo, o que mais interessa, como podíamos nós trocar o geral pelo particular.

Luís Santos

Linha do Tua


SINOPSE - Dezembro de 91. Uma decisão política encerra metade da centenária linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. Quinze anos depois, o apito do comboio apenas ecoa na memória dos transmontanos. A sentença amputou o rumo de desenvolvimento e acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, tornando-o no país mais centralista da Europa Ocidental.
Os velhos resistem nas aldeias quase desertificadas, sem crianças. A falta de emprego e vida na terra leva os jovens que restam a procurar oportunidades noutras fronteiras. Agora, o comboio que ainda serpenteia por entre fragas do idílico vale do Tua é ameaçado por uma barragem que inundará aquela que é considerada uma das três mais belas linhas ferroviárias da Europa.
PARE, ESCUTE, OLHE é uma viagem por um Portugal profundo e esquecido, conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra.

Ver trailer

ENSINO DOMÉSTICO

Pais que acreditam que a escola não é o melhor para os seus filhos...

http://www.drec.min-edu.pt/repositorio/Relatorio_ID_2008_2009_versao_pbl.pdf

Dois patriotismos

Há dois patriotismos. Um é o dos que colocam as coisas nacionais acima das outras só porque são as "suas", ignorando ou desvalorizando os demais povos, nações, línguas e culturas. É um nacionalismo encoberto, uma "xenofobia politicamente correcta", como disse alguém, e um egocentrismo projectado no colectivo, que estreita a inteligência e o coração e só tem trazido violência e dor ao mundo. Outro é o patriotismo daqueles que, desejando o melhor para a sua nação, ou seja, o que torne os seus concidadãos pessoas melhores e mais felizes, valorizam nela o que for bom, mas não se demitem de a criticar e tentar purificá-la dos seus erros e vícios. Para esse efeito, interessam-se pelo que houver de melhor em todas as nações, povos e culturas, procurando promovê-lo e adaptá-lo na sua própria nação. Este é o patriotismo universalista que defendo no meu livro Uma Visão Armilar do Mundo e que encontro, em Portugal, esboçado no Padre António Vieira e florescente em Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

Casa-Jardim inteiramente de dicada à Gravidez, Maternidade e Educação, em Lisboa

A hora é AGORA!!!!!

Ajudem a colocar em prática um maravilhoso projecto de apoio à gravidez, maternidade e educação das crianças, que pretende colocar no centro de Lisboa e para toda a cidade um portal para o regresso ao passado da aldeia educativa, onde se aprende o parto, a amamentação, a educação e o crescimento, através da observação, da partilha, da interajuda..... um lugar onde se dá espaço à emoção, ao afecto, ao amor....

Não deixem de colaborar. Escrevam, dêem ideias, digam de que forma gostariam de participar, mas não fiquem indiferentes. É preciso a ajuda de todos nós para tornar realidade este sonho, que já foi aprovado pela Câmara de Lisboa.

Vejam aqui: http://wantamiracle.blogspot.com/2010/06/uma-casa-inteiramente-dedicada.html

e aqui: http://www.facebook.com/event.php?eid=133915539960213

Se queremos um país diferente, temos de ser nós, cada um de nós, a torná-lo um lugar diferente.

.

Nova actualização dos Grupos de Trabalho

As únicas alterações é que o Luís Miguel Dantas passou do Grupo 4 para o Grupo 7 e o João Bolila passa a integrar também o grupo da Ecologia.

Grupo 1 – Comunicação

Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (mcunmani[at]gmail.com)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Bernardo Almeida (nacibas[at]gmail.com)
Cristina Cabral (cristina-cabral2009[at]hotmail.com)
Helena Andrade (lenandrade555{at]gmail.com)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com
Tiago Lucena (tiagolucena[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais

Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Maria Adelaide Miranda (maria_adelaide_miranda[at]hotmail.com)
Marlene Dias (marl.ene[at]hotmail.com)
Pedro Sena (coordenador) (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas

Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
Isabel Pessôa-Lopes (pessoa_lopes[at]yahoo.co.uk)
João Alves Aguiar (joao.alves.aguiar[at]ist.utl.pt)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Tiago Lucena (tiagolucena[at]gmail.com)

Grupo 4 – Ecologia

Ilda Castro (castro.ilda[at]gmail.com)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Maria Adelaide Miranda (maria_adelaide_miranda[at]hotmail.com)
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política

Bernardo Almeida (nacibas[at]gmail.com)
Carlos Ramos (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
Ethel Feldman (ethel.feldman[at]gmail.com)
Helena Caetano (helena.caetano[at]gmail.com)
Isabel Pessôa-Lopes (pessoa_lopes[at]yahoo.co.uk)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (maria.lourd.alvarez[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rita Uva (ritasuva[at]gmail.com)
Tiago Lucena (tiagolucena[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura

Aldora Amaral (amaralaldora[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Cristina Moura
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Duarte Soares (duarte.soares[at]gmail.com)
Dulce Alves (dulce.alves[at]gmail.com)
Fernanda Gil (fernanda.gil[at]gmail.com)
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Caetano (helena.caetano[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Henrique Areias (henriqueareias[at]hotmail.com)
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde

Ana Nogueira (ananogueira3[at]netcabo.pt)
Ana Paula Germano
Carlos Gonçalves (carloshomeopata[at]hotmail.com)
Celine Jacinto Rodrigues (celinejacinto[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Dulce Alves (dulce.alves[at]gmail.com)
Fernanda Vaz (sintra[at]portugraal.net)
Helena Andrade (lenandrade555[at]gmail.com)
Isabel Pessôa-Lopes (pessoa_lopes[at]yahoo.co.uk)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Maria Adelaide Miranda (maria_adelaide_miranda[at]hotmail.com)
Maria da Conceição Pinho
Marta Figueira (doulamarta[at]gmail.com)
Paulo Antunes (buenoantunes[at]gmail.com)
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões

Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Moysés Gurgel (moyses.gurgel[at]gmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)
Rui Lopo (rui.lopo[at]gmail.com)
Sérgio Mago (sergio[at]sergiomago.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Petição para proibir a publicidade dirigida às crianças menores de 12 anos

Coloquei no grupo privado do Facebook o texto/rascunho da petição, para discussão. Se acharem que se deve acrescentar algo mais, por favor digam.

Quem estiver no Facebook e ligado ao grupo pode aceder clicando no link acima. Quem quiser receber o texto por e-mail, diga aqui, que eu envio.

Entretanto, podem ler este artigo, que explica porque a Suécia já fez esta proibição.

Saudações,
S.

A "política" da meditação

A atividade ‘política’ que é meditar
Se podemos alcançar estado desperto não-dual e não-conceitual na meditação, estamos engajados em uma profunda atividade “política”, mesmo que possamos perder essa consciência nos períodos em que não estamos formalmente meditando (o estado desperto de Buda na pós-meditação é o mesmo durante a meditação).

Meditar em estado desperto não-dual e não-conceitual, que é meditar no dharmadatu, imediatamente começa a destruir de modo sistemático em nós a estrutura da consciência dualista com todos os obscurecimentos cognitivos e emoções aflitivas auxiliares. Do ponto de vista da dualidade, já que essa consciência dualista também envolve outros seres sencientes, que são o outro pólo da nossa dualidade, nossa atividade em dissolver essa consciência tem um impacto profundo neles também.

Enquanto nossa meditação não-dualista e não-conceitual está purificando nossos próprios obscurecimentos e aflições, e assim transformando nossa vivência pessoal dos outros, ela também se torna uma faísca da atividade de Buda para esses outros. Assim que nossa meditação se torna eficaz, a atitude dos outros em relação a nós começa a mudar, e eles mesmos começam a se voltar para dentro para procurar com mais consciência entre as coisas de suas mentes e vidas por soluções espirituais para os problemas.

E assim que o poder de nossa meditação aumenta, esse efeito alcança círculos concêntricos cada vez maiores de seres sencientes com quem temos interdependência cármica, que hoje nesta era incluem não apenas nossos mais próximos amigos, parentes, colegas de trabalho e da comunidade, mas também qualquer ser a quem estejamos conectados através de toda a interface de nossas vidas.

Khenchen Thrangu Rinpoche (Tibete, 1933 ~)
“The Ninth Karmapa’s Ocean of Definitive Meaning”
(Dharma Quote of The Week – Snow Lion, 24/06/2010)

30 de junho de 2010 | Tags: interdependência, meditação

Aceitam?

Não aceito!
.... e vocês?

http://docs.google.com/present/view?id=ddsf55ft_0pvt4wxg7&interval=10&autoStart=true&loop=true

.

Educação Intuitiva

Mais um dado para reflexão acerca da forma como educamos e da forma como deveriam ser educadas nossas crianças, os adultos de amanhã.
E, como venho defendendo, estando a educação completamente infiltrada na saúde (no mínimo) mental dos indivíduos, servirá também para reflexão acerca da forma como entendemos a saúde actualmente: saúde infantil, saúde escolar, saúde familiar, saúde laboral.....

Basicamente, o conceito de educação intuitiva parte do pressuposto de que todos sem excepção, como animais procriadores que somos, sabemos como devemos responder, em cada momento, às solicitações de nossas crias/filhos/crianças. Sabemos ver, escutar, sentir, reagir.... proteger. Porque somos pais, mas também porque já fomos crianças um dia.

Parece simples, mas actualmente a nossa intuição está muitas vezes abafada pelo factor social e, sobretudo, pelo que é socialmente aceite e socialmente determinado.

São 8 os princípios da educação intuitiva, que passo a enunciar:

Preparação para o parto, que inclua a componente afectiva e emocional do estar grávida, parir e ser mãe/pai

Alimentar com amor e respeito, em todas as idades, sem a "ditadura" do relógio; alimentar com comida, mas também com afectos

Responder às necessidades emocionais da criança, quando chora, quando tem medo, quando pede colo.... perceber o que ela sente e ajuda-la a recuperar o equilíbrio interno, para que se sinta segura

Promover contacto físico: abraçar, beijar, tocar.... o colo e o amor nunca são demais e são o melhor remédio que existe para qualquer tipo de dor

Assegurar um sono seguro, física e emocionalmente.... partilhar o sono não é algo perigoso, como geralmente tendemos a pensar, desde que sejam cumpridas algumas regras muito simples

Evitar separações prolongadas: os filhos precisam dos pais, da presença dos pais, do cheiro dos pais

Praticar a disciplina positiva... disciplina de discípulo: aquele que segue o exemplo de quem ensina

Procurar o equilíbrio familiar: nossos filhos só estão bem, quando nós estamos bem; não há volta a dar a isto!

Convido-vos a conhecerem melhor o conceito científico do termo:

http://www.rituaismaternos.com/educacao-intuitiva/
http://apilisboa.blogspot.com/2008/07/os-oito-princpios-da-educao-intuitiva.html

.

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/robert_thurman_on_compassion.html

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/robert_thurman_on_compassion.html

Generalidades

Nos últimos anos do século passado, fruto do desenvolvimento das sociedades humanas, preparávamo-nos para melhores níveis de qualidade de vida. O desenvolvimento da ciência e da técnica permitiam-nos sonhar com o controle da explosão demográfica, com a eliminação da pobreza, com uma redução substancial do número de horas de trabalho.

Sobretudo nos países mais desenvolvidos, mas um pouco por todo o mundo, fomos assistindo a um extraordinário incremento da protecção social, desenvolveu-se a saúde, aumentou-se a esperança média de vida, tentou-se eliminar, ou pelo menos, reduzir o trabalho infantil. O grande desenvolvimento das novas tecnologias e, de alguma forma, a substituição do homem pela máquina, indiciavam um mundo mais livre, onde o lazer e a criatividade se oporiam a um mundo de grande dependência face ao processo produtivo.

A ruína dos socialismos a leste, a queda do muro de Berlim e uma consequente maior democratização do mundo, foram vistas associadas a essa vitória das liberdades essenciais. O liberalismo assumiu-se, então, como o sistema político de excelência, tudo justificado pela vitória na "Guerra Fria" dos aliados ocidentais.

Mas, afinal, a grande supremacia acalentada pelas democracias ocidentais era mais frágil do que parecia. A crise económica depressa se fez anunciar. O capitalismo financeiro com facilidade se instalou nos centros de poder e o desenvolvimento social a que fomos assistindo na segunda metade do século XX, depressa começou a ser atacado.

Regressou o fantasma do equilíbrio demográfico, agora revelado, no ocidente, pela diminuição das taxas de natalidade e consequente envelhecimento das populações. O sistema de segurança social é posto em causa. O desemprego atinge percentagens que há muito não se via. Torna-se necessário trabalhar mais, produzir mais, competir mais, exportar mais, porque se destruíram as finanças públicas e, mesmo assim não chega, porque as potências emergentes (China, Brasil…) desenvolvem-se a um ritmo que ameaça a hegemonia ocidental e com facilidade nos ganham nas trocas comerciais, mesmo com a Organização Mundial do Comércio a dificultar-lhes a manobra.

E, nisto tudo, onde ficarão os grandes desequilíbrios ecológicos, as alterações climáticas, o esgotamento de recursos do planeta, a devastação florestal, a poluição dos rios e dos mares, a enorme acumulação de lixos vários, os direitos humanos, os direitos dos animais, a necessidade de uma alimentação saudável, de uma calma mental, de uma filosofia justa e, delírio dos delírios, o merecimento de conquistar a Vida para lá da morte?

O mundo está em rápida mudança, o debate está em aberto. Uma maior consciência cívica é necessária. A participação dos cidadãos é fundamental. O espírito democrático precisa substanciar-se. A organização política precisa de se merecer. Precisamos de saber sentar-nos a uma mesma mesa e aprender a conversar em vez de discutir.

É por isso que esta nossa parte do Estudo Geral(VER AQUI) aposta num espírito plural onde todos caibam. E se aprendemos com profetas e ascetas, com Cristo e Buda, que é o amor altruísta, o amor ao próximo, o que mais interessa, como podíamos nós trocar o geral pelo particular.

Luís Santos

Linha do Tua


SINOPSE - Dezembro de 91. Uma decisão política encerra metade da centenária linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. Quinze anos depois, o apito do comboio apenas ecoa na memória dos transmontanos. A sentença amputou o rumo de desenvolvimento e acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, tornando-o no país mais centralista da Europa Ocidental.
Os velhos resistem nas aldeias quase desertificadas, sem crianças. A falta de emprego e vida na terra leva os jovens que restam a procurar oportunidades noutras fronteiras. Agora, o comboio que ainda serpenteia por entre fragas do idílico vale do Tua é ameaçado por uma barragem que inundará aquela que é considerada uma das três mais belas linhas ferroviárias da Europa.
PARE, ESCUTE, OLHE é uma viagem por um Portugal profundo e esquecido, conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra.

Ver trailer

ENSINO DOMÉSTICO

Pais que acreditam que a escola não é o melhor para os seus filhos...

http://www.drec.min-edu.pt/repositorio/Relatorio_ID_2008_2009_versao_pbl.pdf

Dois patriotismos

Há dois patriotismos. Um é o dos que colocam as coisas nacionais acima das outras só porque são as "suas", ignorando ou desvalorizando os demais povos, nações, línguas e culturas. É um nacionalismo encoberto, uma "xenofobia politicamente correcta", como disse alguém, e um egocentrismo projectado no colectivo, que estreita a inteligência e o coração e só tem trazido violência e dor ao mundo. Outro é o patriotismo daqueles que, desejando o melhor para a sua nação, ou seja, o que torne os seus concidadãos pessoas melhores e mais felizes, valorizam nela o que for bom, mas não se demitem de a criticar e tentar purificá-la dos seus erros e vícios. Para esse efeito, interessam-se pelo que houver de melhor em todas as nações, povos e culturas, procurando promovê-lo e adaptá-lo na sua própria nação. Este é o patriotismo universalista que defendo no meu livro Uma Visão Armilar do Mundo e que encontro, em Portugal, esboçado no Padre António Vieira e florescente em Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

Casa-Jardim inteiramente de dicada à Gravidez, Maternidade e Educação, em Lisboa

A hora é AGORA!!!!!

Ajudem a colocar em prática um maravilhoso projecto de apoio à gravidez, maternidade e educação das crianças, que pretende colocar no centro de Lisboa e para toda a cidade um portal para o regresso ao passado da aldeia educativa, onde se aprende o parto, a amamentação, a educação e o crescimento, através da observação, da partilha, da interajuda..... um lugar onde se dá espaço à emoção, ao afecto, ao amor....

Não deixem de colaborar. Escrevam, dêem ideias, digam de que forma gostariam de participar, mas não fiquem indiferentes. É preciso a ajuda de todos nós para tornar realidade este sonho, que já foi aprovado pela Câmara de Lisboa.

Vejam aqui: http://wantamiracle.blogspot.com/2010/06/uma-casa-inteiramente-dedicada.html

e aqui: http://www.facebook.com/event.php?eid=133915539960213

Se queremos um país diferente, temos de ser nós, cada um de nós, a torná-lo um lugar diferente.

.

Nova actualização dos Grupos de Trabalho

As únicas alterações é que o Luís Miguel Dantas passou do Grupo 4 para o Grupo 7 e o João Bolila passa a integrar também o grupo da Ecologia.

Grupo 1 – Comunicação

Ana Paula Germano
Ana Proença (apoio logístico a eventos) (mcunmani[at]gmail.com)
Ana Sofia Costa (asofcosta[at]sapo.pt)
Bernardo Almeida (nacibas[at]gmail.com)
Cristina Cabral (cristina-cabral2009[at]hotmail.com)
Helena Andrade (lenandrade555{at]gmail.com)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Sofia Costa Madeira (coordenadora) (sofiacmadeira[at]gmail.com
Tiago Lucena (tiagolucena[at]gmail.com)

Grupo 2 – Reconhecimento constitucional da senciência dos animais

Ilda Castro (coordenadora) (castro.ilda[at]gmail.com)
Maria Adelaide Miranda (maria_adelaide_miranda[at]hotmail.com)
Marlene Dias (marl.ene[at]hotmail.com)
Pedro Sena (coordenador) (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Pedro Taborda de Oliveira (plstno[at]yahoo.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Rute Pinheiro (pinheirorute[at]sapo.pt)
Vera Fonseca (vera.ff[at]gmail.com)

Grupo 3 - Economia/Energias alternativas

Carlos Ramos (coordenador) (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
Isabel Pessôa-Lopes (pessoa_lopes[at]yahoo.co.uk)
João Alves Aguiar (joao.alves.aguiar[at]ist.utl.pt)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Rui Almeida (mepc[at]sapo.pt)
Tiago Lucena (tiagolucena[at]gmail.com)

Grupo 4 – Ecologia

Ilda Castro (castro.ilda[at]gmail.com)
João Bolila (jbolila[at]gmail.com)
Maria Adelaide Miranda (maria_adelaide_miranda[at]hotmail.com)
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rui Almeida (coordenador) (mepc[at]sapo.pt)

Grupo 5 - Política

Bernardo Almeida (nacibas[at]gmail.com)
Carlos Ramos (carlos.silv.ramos[at]gmail.com)
David Amaral (coordenador) (david2002[at]sapo.pt)
Ethel Feldman (ethel.feldman[at]gmail.com)
Helena Caetano (helena.caetano[at]gmail.com)
Isabel Pessôa-Lopes (pessoa_lopes[at]yahoo.co.uk)
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Maria de Lourdes Alvarez (maria.lourd.alvarez[at]gmail.com)
Pedro Sena (pedrosena[at]partidopelosanimais.com)
Rita Uva (ritasuva[at]gmail.com)
Tiago Lucena (tiagolucena[at]gmail.com)

Grupo 6 - Educação e Cultura

Aldora Amaral (amaralaldora[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Cristina Moura
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Duarte Soares (duarte.soares[at]gmail.com)
Dulce Alves (dulce.alves[at]gmail.com)
Fernanda Gil (fernanda.gil[at]gmail.com)
Fernando Emídio (fernandoemidio[at]gmail.com)
Helena Caetano (helena.caetano[at]gmail.com)
Helena Carla Gonçalo Ferreira
Henrique Areias (henriqueareias[at]hotmail.com)
Joana dos Espíritos
José Serrão (jadserrao[at]gmail.com)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Luís Santos (lcsantos[at]netcabo.pt)
Manuel Fúria
Maribel Sobreira (maribel.sobreira[at]gmail.com)
Mário Nuno Neves (MNNCMMAIA[at]hotmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (pauloaeborges[at]gmail.com)
Paulo Feitais (coordenador) (paulofeitais[at]gmail.com)
Teresa Petrini Reis (theresapetrini[at]gmail.com)
Zé Leonel

Grupo 7 - Saúde

Ana Nogueira (ananogueira3[at]netcabo.pt)
Ana Paula Germano
Carlos Gonçalves (carloshomeopata[at]hotmail.com)
Celine Jacinto Rodrigues (celinejacinto[at]gmail.com)
Cristina Castro (cristina.om.castro[at]gmail.com)
Dulce Alves (dulce.alves[at]gmail.com)
Fernanda Vaz (sintra[at]portugraal.net)
Helena Andrade (lenandrade555[at]gmail.com)
Isabel Pessôa-Lopes (pessoa_lopes[at]yahoo.co.uk)
Luís Miguel Dantas (luismigueldantas[at]gmail.com)
Maria Adelaide Miranda (maria_adelaide_miranda[at]hotmail.com)
Maria da Conceição Pinho
Marta Figueira (doulamarta[at]gmail.com)
Paulo Antunes (buenoantunes[at]gmail.com)
Paulo Ribeiro (sintra[at]portugraal.net)
Yara-Cléo Bueno (coordenadora) (yaradoulacleo[at]ymail.com)

Grupo 8 - Portugal, Lusofonia, diálogo entre culturas e religiões

Ana Filipa Teles (filipateles[at]hotmail.com)
Cristina Moura
Dirk Hennrich (Dirk.Hennrich[at]gmx.ch)
Duarte Braga (duartedbraga[at]gmail.com)
Luís Resina (luisresina[at]meo.pt)
Moysés Gurgel (moyses.gurgel[at]gmail.com)
Paula Morais (paulamorais.mail[at]gmail.com)
Paulo Borges (coordenador) (pauloaeborges[at]gmail.com)
Rui Lopo (rui.lopo[at]gmail.com)
Sérgio Mago (sergio[at]sergiomago.com)

Paulo Borges (coordenação geral) (pauloaeborges[at]gmail.com)

Nota: nos emails a @ foi substituída por [at] para evitar o spam.

Petição para proibir a publicidade dirigida às crianças menores de 12 anos

Coloquei no grupo privado do Facebook o texto/rascunho da petição, para discussão. Se acharem que se deve acrescentar algo mais, por favor digam.

Quem estiver no Facebook e ligado ao grupo pode aceder clicando no link acima. Quem quiser receber o texto por e-mail, diga aqui, que eu envio.

Entretanto, podem ler este artigo, que explica porque a Suécia já fez esta proibição.

Saudações,
S.